14 de mai. de 2009

Aula 12 – Teoria Geral da Administração (TGA): A influência dos pioneiros empreendedores, o nascimento da cultura administrativa

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Depois de trabalharem a concepção de uma economia (uma macro-economia) agora os nossos pioneiros capitalistas tem que se preocupar com a micro-economia. Neste áudio vamos falar de como a ferrovia deu um novo impulso as indústrias nascentes e como ela (a ferrovia) lançou as bases para as inovações administrativas.

A ferrovia dinamizou o território porque criou uma coisa chamada fluxo. O fluxo de mercadorias é a essencia do capitalismo, mas é a essencia da urbanização também! Capitalismo e urbanização andam de mãos dadas! A ferrovia desempenhou na época o que a logística desempenha hoje. Se o sistema logístico tem um papel fundamental no capitalismo hoje imagine o dobro para compreender a importância da ferrovia para o capitalismonascente! Foi por meio da ferrovia que as industrias tiveram acesso direto ao consumidor e ao varejo em geral e isso mudou radicalmente a maneira de entender o funcionamento de uma empresa. Até hoje o contato direto com o consumidor é fonte de inovação administrativa.
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Aula 11 – Teoria Geral da Administração (TGA): A influência dos economistas liberais, Karl Marx e o materialismo histórico


Nesta aula vamos falar sobre Karl Marx. Ele foi um dos caras que mais ajudou a melhorar o capitalismo apesar de sua intenção inicial não ter sido essa. Ele mostrou a questão do desequilíbrio que a livre concorrência trouxe ao sistema e a tendência a inevitável acumulação de capital (materialismo histórico) e como isso iria gerar o principio da destruição do sistema (a luta de classes).
Os ingleses (os maiores liberais do mundo) entenderam o recado de Karl Marx e tomaram as medidas necessárias para estancar a sangria. Vamos entender como Karl Marx via a economia nascente e como ele realmente entendeu as reformas propostas por Adam Smith. Você certamente vai ter uma outra visão do processo! Só para saber: a maior biblioteca sobre economia marxista (Karl Marx) é do maior neoliberal do país: Delfim Neto! rs
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Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade



Aula 20 – Abordagem Contingencial da Administração: em busca da flexibilidade e da agilidade




















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Aula 10 – Teoria Geral da Administração (TGA): A influência dos economistas liberais, Adam Smith e a mão invisível



Nesta aula vamos ter um contexto histórico do que foi a revolução da visão sobre a “mão invisível” de Adam Smith. Neste período do século XVIII não se tinha uma idéia tão clara a respeito da macroeconomia com nós temos hoje. Antes, se tinha no máximo a idéia do que era o mercado (micro-economia). A economia estava nas mãos dos reis (ou da nobreza feudal) que, como Luis XIV bradavam em alto e bom sol: o Estado sou Eu.


O liberalismo tinha por objetivo “liberar” o mercado do Estado e criar a livre concorrência. Era uma idéia libertária sim, uma verdadeira revolução em termos sociais. É preciso sempre ler com uma visão do contexto da época: eles viviam em uma sociedade feudal que começava a pensar como uma economia de mercado. No áudio falo mais sobre
isso! Aula, curso, palestra, mp3, economia, administração


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13 de mai. de 2009

Gestão de Pessoas, Administração e Empreendedorismo na Cozinha: o case do restaurante Laporte

Eu sempre estou escrevendo sobre estes três temas (gestão de pessoas, administração, empreendedorismo) afirmando que este é o tripé do sucesso. Eu comecei lendo e estudando (estudar é conversar com pessoas que tem negócio próprio) sobre empreendedorismo. Ai percebi que boas idéias ou a descoberta de nichos de mercado não são suficientes para se dar bem no mundo dos negócios. Então comecei a ver que o empreendedor não sobrevive sem uma boa habilidade administrativa. Então fui ter com administradores e com a literatura de administração.

Mas, também vi que criar um negócio (ser empreendedor) e administrar bem um negócio (ser um bom administrador) também não garante o sucesso do negócio! Por que no fim da linha tem um cara chamado “cliente” que não liga se vc é o primeiro no negócio e se sua empresa dá lucro ele quer saber se ele vai ser bem atendido em termos de tempo e espaço. Ai vi que o ingrediente final era Gestão de Pessoas. Ai vamos nós de novo! E hoje me deparei com uma reportagem que explica tudo isso, mas com um case real! É o case do restaurante Laporte.

Parte I – Empreendedorismo

O gosto pela cozinha Marina Laporte Buttner, 69 anos, trouxe da infância. Musicista de formação, por muito tempo comandou o fogão por puro prazer. Viúva e com três filhas para criar, ela decidiu transformar a habilidade com os ingredientes em uma fonte de renda.

O primeiro salão, aberto na cidade de Santo André, na grande São Paulo, em 1982, começou com 10 mesas pequenas e servindo 40 refeições por dia, além de dezenas de marmitas entregues nas fábricas da região. Em um mês, as quentinhas da família Laporte ganharam fama e a demanda saltou para 100 pratos por dia, com quatro opções no cardápio, todas muito fartas. “Eu e minhas três filhas fazíamos de tudo um pouco: trabalhávamos na cozinha, atendíamos no caixa, íamos às compras e negociávamos com os fornecedores”, conta Marina. “As receitas eram caseiras e para atrair a clientela eu fazia muita feijoada”.

Parte II – Administração

Para dar continuidade ao negócio iniciado pela mãe, Solange, Simone e Débora dividiam o tempo entre o trabalho no restaurante e a faculdade. Solange formou-se em hotelaria, Simone, em administração de empresas e Débora é chef de cozinha. Somando conhecimento e experiência elas implementaram no Restaurante Laportes novos processos de gestão, que ajudaram a reduzir custos e a ganhar diferencial frente à concorrência. “Afinamos as compras, firmamos parcerias com fornecedores e transformamos o cardápio oferecido a la carte em um bufê a quilo com qualidade e variedade”, diz Marina. “Esse foi um dos fatores que levaram ao crescimento do negócio”. O primeiro bufê tinha 30 pratos, hoje soma 120 opções entre entradas, pratos quentes e sobremesas. Todas receitas testadas e apuradas pelos olhos atentos de Marina.

Parte III – Gestão de Pessoas

“Minha experiência com o comércio se resumia a ajudar meu marido a tocar uma pequena mercearia, mas tudo o que está ligado ao contato com as pessoas me dá um brilho nos olhos”, diz Marina.

O restaurante Laporte não só retomou seu fôlego como ganhou uma filial, no bairro do Itaim, em São Paulo. Nas duas unidades, atende a uma média de 600 pessoas por dia. “Cuidamos da apresentação, da garantia do sabor caseiro e nos preocupamos em oferecer sempre uma receita diferente para surpreender a clientela, principalmente quem nos prestigia todos os dias”, observa Marina. Outro ponto forte da administração, segundo a matriarca, é a flexibilidade e a agilidade na tomada de decisões. “Como estamos à frente do negócio e mantemos contato direto com o cliente, sabemos exatamente onde estão os gargalos e procuramos solucioná-los o mais rápido possível.”

Incrível não é! Quero ter essa história para contar daqui a alguns anos! E quem não quer ter essa história!

Quer ler a matéria completa: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Vídeo sobre o Livro Monge e o Executivo: o que você pode aprender com esse livro

Tenho muitos conhecidos que leram esse livro e o acharam “simples demais” de forma que o classificam como superficial. E, é justamente esse um dos problemas da nossa sociedade contemporânea: tudo o que é simples não é bom. Nós nos acostumamos a caminhar rumo a complexidade e não rumo a simplicidade. Ser simples virou sinônimo de ser leviano ou simplório... A nossa cultura tem aversão por coisas simples!

Mas, vou falar para vocês! Eu gostei muito do livro! Ele aborda a questão do servir com muita simplicidade levando-o o leitor a questionar (se ele se dispuser a isso claro) se realmente ele quer a mudança. Muitos falam em mudança, mas como os políticos brasileiros falam: vamos mudar para deixar do jeito que esta. Para mudar é preciso ter disposição para isso, mas vejo como é difícil mudar individualmente. É preciso estar ligado a um grupo para fazer isso! No livro o Monge e o Executivo o personagem central opta pela mudança, mas ele não sabe como fazer. Ele se apóia em um grupo para poder mudar, amadurecer e voltar para seu cotidiano! Eu vejo que isso é uma necessidade humana que o individualismo cotidiano tem corroído bastante. É um fator que tenho pensando muito! Mas, assista o vídeo!




Radioblogtv Palestra Hidramac – Comunicação Organizacional e aumento da produtividade

Esse é um vídeo que fiz para uma empresa chamada Hidramac. O case da empresa era muito interessante. De uma empresa pequena que tinha uma produção local ela entrou em uma curva ascendente de crescimento. Nos últimos cinco anos ela se tornou uma metalúrgica de nível regional e nacional e isso exigiu da organização um cumprimento rígio de prazos e uma demanda maior de produção o que, por sua vez, exigiu uma total reformulação de sua forma de produzir.

Eles já tinham planos para mudar para um lugar maior e crescer em número de funcionários, mas o maior problema deles ainda era a questão da comunicação. Muitas etapas do processo produtivo ficavam emperradas por conta de erros cotidianos ligados ao “disse não disse”. Um funcionário manda uma coisa para outro em um departamento afirmando ter mandando às 10hs e o outro só foi perceber as 14:00hs etc.

Seria preciso dar aos funcionários uma visão mais precisa do que era comunicação e de sua importância para a produtividade de todos. Teria que ser uma palestra simples porque era para pessoas simples. O contratante queria que eles tivessem uma noção das conseguencias dos erros de comunicação e como os acertos neste campo poderia deixar a empresa mais produtiva.
Daí fazer uma palestra com base no filme Era do Gelo II e fazendo forte analogia com a personalidade e a forma individual de cada um se expressar.


12 de mai. de 2009

Palestra na 7 Semana de Enfermagem da Greenline: liderança e motivação com base no filme Patch Adams

Estas são as fotos do Evento da Semana de Enfermagem na rede Greenline. Ministrei uma palestra sobre motivação e liderança com base na gestão de pessoas!






Motivação, Liderança e Sucesso: a visão de mundo e a tomada de decisões PO Bronson

Muitas pessoas vivem uma vida navegando a deriva. Elas estudam, trabalham, se esforçam, são dedicadas, mas não fazem o principal: decidir. Sim! O principal a maioria das pessoas não faz. Elas deixam que a tendência do mercado digam a elas o que elas devem estudar, deixam que um anúncio de jornal diga no que elas podem trabalham, deixam que um chefe ou amigo digam no que ela deve se esforçar e deixam que outra pessoa as digam no que elas devem se dedicar.

No mundo há uma multidão de conselheiros que dizem: faça isso, faça aquilo, deixe isso, se dedique naquilo, isso dá dinheiro, isso não dá dinheiro, neste campo tem trabalho neste outro não tem. Então, as pessoas se deixam levar. Elas fazem muito, mas decidem pouco. Umas não decidem porque tem medo de errar então preferem delegar responsabilidade para depois achar um culpado (ahh, eu sempre quis fazer engenharia, mas meu pai me obrigou a fazer medicina) e outras simplesmente não sabem do poder que cada decisão tem na vida delas.

Mas, o fato é que sabendo ou não do impacto de uma dada decisão na sua vida esta decisão vai impactar sua vida. Decisões simples como “ o que estudar”, “no que trabalhar”, “com quem casar”, “onde morar”e “aonde trabalhar” mudam uma existência inteira. Mas, quer saber: a maioria se deixa levar nestas horas. Não vêem estes fatores como decisivos para a vida delas. A vida tem uma regra bem clara quanto as decisões: você pode até se recusar a decidir sobre algo, mas jamais vai poder se recusar a aceitar as conseqüências desta decisão.

Pense nisso: decidindo ou não as conseqüências ficam com você...

O vídeo é um alerta sobre as decisões e um guia para entender como melhor tomar estas decisões...

11 de mai. de 2009

Palestra na 7a Semana da Enfermagem para Greenline sistema de saúde: Motivação e Liderança com base no filme Patch Adams

Boa Tarde pessoal! Veja como é a internet e o poder de integração entre pessoas que ela tem. Hoje de manhã recebi um telefone de uma pessoa querendo comprar os CDs da Radioblogtv. Essa moça havia assistido os vídeos no meu canal do youtube (clique aqui para ver meu canal) e chegou até meu Blog. Viu o telefone e ligou.

Ela gostou do material e queria adquirir o CD com os vídeos da Radioblogtv. Perguntou pelo “Ubiratan” e eu disse “sou eu mesmo”. Ela ficou espantada e alegre (acho que as pessoas acham que eu sou um super executivo que não atende telefone...rs) e me perguntou se eu fazia palestras. Eu disse sim! Ela perguntou se eu tinha horário livre para amanhã (12 de maio) as 14:00hs. Eu disse sim! E pronto me contratou para fazer a palestra sobre Liderança e Motivação na 7a Semana de Enfermagem.

Qual foi o critério que ela utilizou para minha contratação? Ora, meu blog e meu canal no youtube! Não existe cartão de visitas melhor do que um cartão de visitas virtual. Pelos vídeos e pelos áudios ela pode avaliar o “futuro palestrante”. Isso não é ótimo e otimizador de relacionamentos? Meus colegas professores ainda conhecem pouco desta meio incrível que é a internet.

Bom então eu vou estar amanhã na Avenida Rebouças 2274, no Hospital Itamaraty, dando uma palestra sobre Motivação e Liderança com base no filme Patch Adams. Eu vou gravar a palestra para disponibilizar no blog! O valor da palestra? 150 reais! Viu? Eu não cobro caro! Rs