21 de ago. de 2009

Qual a finalidade do processo educativo (educação, aprendizagem): escola, vestibular, capitalismo e novas mídias sociais

A pergunta é: qual a finalidade do processo educativo? A resposta é ainda mais simples: capacitar o individuo a ter uma inserção cada vez mais privilegiada dentro do sistema social no qual ele vive. Em que tipo de sociedade vivemos em termos políticos: democracia (#fora Sarney). Em que tipo de sociedade vivemos em termos econômicos: capitalismo (viva ao empreendedorismo digital).
Então não temos mais dúvidas que tipo de educação precisamos, pois a finalidade dela é capacitar para a cidadania (exercer os direitos políticos e sociais) e para o capitalismo (dotar o individuo de capacidade empreendedora a fim de que ele utilize os recursos e melhore os serviços disponíveis a sociedade na mesma medida em que a sociedade o enriquece pagando por isso). Simples! Não sei porque os pedagogos se matam para definir o sentido da educação!
A internet esta ai, a revolução da web 2.0 já começou, o capitalismo esta passando de detentores dos meios de produção (capital) para um capitalismo dos detentores das formas de produção. Se não entender eu explico...rs


20 de ago. de 2009

A Escola da Vida e a Escola Tradicional: lições para a gestão de pessoas

O problema da escola tradicional é que ela forma para conteúdos enquanto as organizações precisam de pessoas formadas para habilidades. As organizações não precisam de pessoas movidas a elogios elas precisam de pessoas movidas a desafios. Quantos “nãos” você pode suportar na sua vida? A empresária do Beleza Natural suportou por “10 anos” um não categórico até que obteve um sim (também categórico). Trazer para a Escola Regular os ensinamentos do Empreendedorismo é trazer a vida (escola da vida) para dentro da escola.



19 de ago. de 2009

Palestra Podcast 7 Gestão de Pessoas: o profissional de ARH tem que conhecer os negócios da Organização

Antes a função do ARH era apenas contratar. Hoje ao ato de contratar esta acrescido o ato de contratar segundo um modelo de negócios e segundo uma cultura corporativa. Hoje, mais do que nunca, as grandes corporações dependem da colaboração de todos os funcionários não somente para ganhar em termos de agilidade e redução de custos operacionais, mas também em termos de percepção de novos negócios. Se antes os presidentes de grandes corporações saiam da área de engenharia daqui para frente a tendência é que eles saiam da área de Recursos Humanos ou sejam pessoas que revolucionem a área de Recursos Humanos.

“O salto de eficácia veio com a preocupação em atingir objetivos e resultados. Não se pode imaginar a função de RH sem se conhecer os negócios da organização. Cada negócio tem diferentes implicações na ARH” (Chiavenato, Gestão de Pessoas, pg.9)
Ouça o áudio


18 de ago. de 2009

Aula 21 TGA Capítulo 4: o início da Teoria Clássica e a obra de Fayol


Como dissemos na aula 20 o contexto mundial havia mudado muito desde que Taylor se metera a organizar o que se chamava na época da fábrica. Enquanto Taylor tinha como objetivo organizar para produzir (e conseqüentemente lucrar mais ) mais seu colega tinha como objetivo organizar para produzir melhor (e consequentemente lucrar mais). A mudança se deve o surgimento de uma coisa chamada concorrência. Veja que Fayol viveu não somente a plenitude da Revolução Industrial, mas mais do que isso ele viveu a Primeira Guerra Mundial. Apesar dos livros de História darem uma ênfase exagerada ao período de criatividade e criação da Revolução Industrial esta se tornou um fato histórico mesmo na Primeira Guerra Mundial. Foi neste conflito que o mundo viu o poder do termo “nação industrializada”.


Foram os tanques, a artilharia, os aviões, metralhadoras, produtos químicos e demais apetrechos industriais (produtos de uma industrialização que não só produzia, mas produzia mais e melhor) que convenceram o mundo de que estar fora da “corrida industrial” era cavar a própria cova. Foi neste evento histórico que o capitalismo nasceu como poder hegemônico no mundo. Até então era uma tendência, mas depois da primeira guerra mundial se tornou um fato! E para ser melhor uma nação teria que não só produzir, mas produzir mais e melhor. O mesmo se aplicava as empresas daí nasce fortemente o conceito de administração onde Fayol representa o grande cara que lança as pedra fundamentais: funções técnicas, funções comerciais, funções, financeiras, funções de segurança, funções contábeis, funções administrativas...







Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade



Aula 20 – Abordagem Contingencial da Administração: em busca da flexibilidade e da agilidade




















Aula 20 TGA: Capítulo 4 Teoria Clássica da Administração Organizando a empresa: a transição da teoria científica para teoria clássica


Acesse todas as aulas no formato de vídeo aula no nosso novo site:




www.ubiratangeo.com.br


É muito importante entender o contexto dos acontecimentos. Até aqui estudamos a Teoria Científica da Administração. Vimos como o nascimento do mercado, da indústria e do capitalismo nas nações impulsionaram todo um conjunto de decisões que visavam organizar o comércio entre o consumidor e o produtor (e também a mão-de-obra). Tudo isso ocorreu de fato no período chamado de Teoria Científica.
A preocupação central aqui, neste período, é com a produção. Por isso muitas medidas e teorias criadas neste período não fazem tanto sentido para nós hoje. Ai entra o motivo da transição da Científica para a Clássica. Na medida em que muitas pessoas começaram a realmente entender o “espírito do capitalismo” (lembremos que muita gente ainda neste período achava que o melhor investimento era em terras) passaram também a investir em fábricas e indústrias. Com isso novos “players” (concorrentes) passaram a entrar no mercado. Passou a acontecer um evento curioso para o período: duas empresas fazendo e oferecendo o mesmo produto. Isso era realmente incrível para o período. Isso se chamava concorrência.
A concorrência era péssima porque diminuía os lucros. Já não bastava lidar com os desafios de fazer um trabalhador indolente (lembre-se que esse cara era camponês acostumado a trabalhar em lugar aberto) agora o industrial teria ainda que lidar com outros fabricantes. Era necessário agora melhor não somente o ritmo de produção (na teoria científica o aumento da produção significava automaticamente aumento dos lucros porque não havia concorrência significativa e toda a produção era escoada pelo preço que fosse), mas também a forma como esse produto deveria ser produzido (é o chamado custo operacional, vamos trabalhar muito esse conceito). Agora passamos das partes (do operário) para o todo (toda a estrutura).
“Na Teoria clássica, ao contrário, partia-se do todo organizacional e da sua estrutura para garantir eficiência a todas as partes envolvidas, fossem elas órgãos (como seções, departamentos etc) ou pessoas (como ocupantes de cargos e executores de tarefas). A preocupação com a estrutura da organização como um todo constitui, sem dúvida, uma substancial ampliação de estudo da TGA” (Chiavenato, Introdução a teoria clássica da Administração, página 80 – Teoria Clássica da Administração: organizando a empresa).




Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade



Aula 20 – Abordagem Contingencial da Administração: em busca da flexibilidade e da agilidade