17 de abr. de 2009

Radioblogtv apóia a iniciativa da ONG Parceiros da Educação: mais temos que ir além do material

O Diego Monteiro me mandou hoje uma notícia 10! Eu sempre comento com meu colega empreendedor que gosto de ser professor, mas não gosto da posição de professor dentro do contexto educacional contemporâneo! O professor ainda tem a imagem de um cara que não se envolve com a sociedade e vive na sala de aula em uma espécie de ostracismo voluntário o que dá margem para a frase: quem não sabe fazer ensina. Esta é a visão da maioria das pessoas sobre professor! Veja o recado que o Audney (ouvinte da Radioblogtv) me deixou e a imagem que ele traz sobre a atividade de professor:

Ubiratan;;;Primeiro Feliz Pascoa...E obrigado pelos audios estão sendo muito útil...Parabéns, você não tem vicios de linguagem, fala bem e de forma clara...Mas parabéns mesmo, se me perguntasse o que poderia melhorar?Eu diria, pra parar de dar Bom Dia nos audios...rsrsahahahahaMas ta de parabéns cara?Você manja bem de ADMINISTRAÇÂO...O que você faz da vida cara, tu deveria ser dono de empresa ou algo assim e nãoprofessor...rs
Veja que a visão do Audney é da maioria da sociedade: se eu tivesse vicíos de linguagem, falasse mal e de forma confusa e não manjasse nada de administração ai sim eu estaria capacitado a ser professor! (rs). Brincadeira viu Audney estou usando seu coaching comigo para ilustrar uma situação! rs. Eu sou professor e como tal sou, naturalmente, inclinado a ser empreendedor! Se ensino os alunos a apostarem na vitória frente a desigualdade e através do capitalismo porque eu mesmo não me arriscaria?
Por que eu mesmo não iria quer ser empresário? Tenho um negócio também! Aposto nele! Tenho um blog que vai virar um grande e dinâmico centro educacional! É o que o professor Peter Drucker dizia: webeducation! Eu Gosto de estar na sociedade apesar de gostar da sala de aula também! Ora, sou da opinião que devemos ensinar somente o que sabemos (ou tentamos) fazer! Para mim professor tem que ser como um tutor ou um desbravador! Tem que ser o cara que vai para cima da sociedade. Tem que ser o cara que aprendeu a “jogar as regras do sistema” e vai além do sistema.
E para isso o professor tem que conhecer o sistema capitalista para poder ensinar os alunos a desempenharem bem neste sistema e não ficar fazendo a cabeça da molecada para ir contra ele como é costume de alguns como bem mostra a reportagem da Revista Veja: Prontos para o século XIX. O professor fala mau do sistema e vive pendurado no cartão de crédito! Mas, vamos ao que interessa! Daí a necessidade do próprio professor se aventurar no mundo do empreendedorismo. Não posso falar de algo que não vivo! Mas, hoje ainda se dá ao contrário do que seria o necessário. O capitalismo (aliados ao sistema político chamado democracia) é um sistema que tem uma potencialidade para igualdade fantástico.
Você pode até se assustar com isso, mas é só ler um pouquinho de história! Veja como eram os sistemas anteriores: despotismo oriental (só o Imperador tinha direitos), Idade Média (sangue nobre, sangue plebeu todos eram diferentes já de nascimento), Império Romano (cidadãos e escravos de nascimento) etc.

O capitalismo democrático é o único sistema onde você pode nascer pobre sem berço algum e tem a possibilidade (e possibilidade é apenas uma possibilidade se não for concretizada e ai mora o desafio) de ascender na vida e se tornar uma parcela da elite local, nacional e até mesmo mundial. Da mesma forma você pode nascer herdeiro e morrer na miséria! Tudo isso pode acontecer e acontece! Isto tudo em uma única vida! O problema deste sistema é que ele é dinâmico demais para o sistema educacional que herdamos da Modernidade.

Passamos 12 anos decorando datas, aprendendo a escrever, fazer contas sem contexto, buscando notas escolares que não refletem notas de verdade e aprendendo a detestar o conhecimento. Mas, a escola ainda assim tem futuro. Aliás, o futuro esta na ensino e no processo de aprendizagem. O que precisamos é fazer a máquina girar. E fico feliz que iniciativas como a da CPM Braxis estejam chegando de fato as escolas públicas. A ONG Parceiros da Educação tem buscado compreender como funciona o sistema e buscado soluções. O Diego me mandou a reportagem sobre essa parceria entre CPM Brasix e a ONG. O título é "O professor também tem nota" e saiu na Revista Exame! Eles investiram:

Num primeiro momento, as ações seguiram o passo-a-passo da cartilha básica de projetos sociais em educação: reformas e pinturas em salas de aula, corredores, banheiros e refeitório. A sala de leitura foi ampliada, e o laboratório de informática, equipado. O fim das obras, em julho de 2004, criou expectativa em torno de como a escola se sairia no sistema de avaliação da rede estadual naquele ano
Mas, o resultado não foi como esperado:

Em fevereiro de 2005 vieram os resultados. Com eles, veio também o primeiro desapontamento - e a primeira lição. "O desempenho dos alunos não acompanhou o ritmo das obras", diz Lúcia Fávero, coordenadora da Parceiros da Educação, ONG criada da experiência da CPM Braxis com a Travassos

Foi bom para eles! Foi bom para CPM Braxis e para todos os professores e profissionais de educação que alegam que “a falta de condições”. O que falta a estes alunos é o mesmo que falta aos funcionários das grandes corporações: motivação e visão de mundo. O que falta a estes alunos é o mesmo que falta aos funcionários das grandes corporações: metas e objetivos claros. O que falta a estes alunos é o que falta aos funcionários das grandes corporações: uma visão de mundo (uma missão). Sem isso não tem como mudar os resultados.

No fundo estes alunos não são diferentes dos funcionários das grandes corporações. É uma visão preconceituosa achar que um banheiro novo ou uma sala nova vai fazer o aluno ficar motivado para estudar. Todos nós já entramos em grandes empresas multinacionais e já vimos que lindas instalações eles tem e MESMO ASSIM é necessário pagar um palestrante de centenas de reais para motivá-los!

Mesmo assim é preciso pagar palestrantes a peso de ouro para motivar funcionários que ganham mais de 5 mil reais, tem grandes benefícios, andam com bons carros, tem excelentes férias, planos de carreira e bons planos de previdência privada! Eles tem tudo isso e ainda precisam ser motivados! Porque somente um banheiro novo poderia motivar excepcionalmente estes alunos? E vejam que não é qualquer empresa que paga um palestrante motivador: BankBoston, Coca-Cola, IBM, McKinsey, Infraero, Oppurtunity, Scania, Credicard e mais (clique aqui).
Todos somos iguais em temos de necessidade. Mas, eu gostei e vou sempre postar coisas sobre a iniciativa da CPM Braxis! Eu gostei da frase que li no portal deles: cpmbraxis
Garfinkel acompanha de perto a performance de suas escolas - em 1997, a Porto Seguro assumiu também a escola Prof. Homero Santos Fortes, com 2,7 mil crianças, e em 2003 adotou a escola Maria Zilda Gamba Natanael, com 2,7 mil alunos. E se diz decepcionado com os resultados do último Ideb da escolas, que ficaram abaixo da média do estado.Apesar da ameaça, dificilmente Garfinkel vai abandonar o projeto. A Porto Seguro, para manter um canal permanente de acompanhamento com as escolas e desenvolver outros projetos
Vamos acompanhar e apoiar!

Empreendedorismo, Ousadia e Custo Operacional: o fim do vôo da Gol no céu de cruzeiro?

A maioria das pessoas acham que abrir um negócio próprio é um passo de muita ousadia. E, é verdade! Mas, não toda a verdade! Imagine você um cara que veio de uma família de donos de frota de ônibus se aventurar no mercado de aviação e dar certo! O cara entra na Forbes (lista dos ricaços do mundo) e é considerado um gênio do business. Ele se empolga com o negócio e quer dar um passo mais ousado. E ele pode dar, porque ele é o cara que saiu "do nada" e fez o que ninguém no país tinha ousadia de fazer. Ele é empreendedor e é ousado! Isso é raro de se encontrar!

Mas, tinha uma pedra no meio do caminho: custo operacional. O custo operacional fez com que ousadia e o empreendedorismo de Constantino valesse 77% a menos no último ano. Uma ação da gol que valia 100 reais hoje vale 23 reais. A compra da Varig foi um ato de ousadia sim, mas a questão dos detalhes do tempo de absorção da empresa (mais de um ano devido a cultura corporativa da Varig), entrada de novos concorrentes (jet blue operando no Brasil e a Tam apertando o passo) e custo operacional (aviões mais antigos, bebendo mais combustível, atrasando mais operações de vôo) pesaram mais. São muitos detalhes a serem considerados quando se faz uma fusão ou se planeja um processo de expansão. A ousadia e o empreendedorismo tem um vilão implacável: custos operacionais:

Em termos de Gestão de Pessoas:

Unir as duas aéreas de características tão opostas foi um trabalho hercúleo, que exigiu noites em claro de Constantino e de seus principais diretores, remanejamentos e demissões de funcionários e, o mais difícil, a junção dos sistemas operacionais das duas empresas.

Em termos de Gestão Logística

A Varig operava poucos aviões que faziam voos longos. A Gol tinha um perfil oposto - rotas curtas com muitas aeronaves. "Os processos duplicados faziam com eu que tivesse despesas em dobro", diz Constantino. "Era uma operação de altíssima complexidade." Tudo isso gerava prejuízos, provocava atrasos nos voos e irritava funcionários, que não sabiam exatamente se a Gol iria incorporar a cultura da Varig ou se esta última imporia sua maior tradição.

Em termos de Gestão Estratégica

Quando desenhamos a operação internacional, tínhamos a expectativa de utilizar aviões de última geração. O problema é que o 787 teve o seu lançamento postergado pela Boeing. Tínhamos o 767, mais antigo e que possui um consumo de combustível muito elevado. A equação não fechava, pois seria impossível alcançar o nível de receita esperado

Em termos de custos operacionais

A Varig trouxe inúmeras dificuldades. A aquisição da empresa impôs à Gol a utilização dos Boeing 737-300, mais antigos que os aviões da nova geração que integram a frota criada por Constantino Junior. Aeronaves com muitos anos de atividade exigem custos de manutenção e gastos de combustível maiores. "

Não é brincadeira! O Constantino mudou até o ar da graça segundo o repórter: Constantino é hoje um homem diferente daquele que fundou a Gol em 2001. O ar de garotão deu lugar a um semblante mais sério e já se notam alguns fios brancos nos cabelos penteados para trás.

Eu reafirmo: o custo operacional é o maior desafio do empreendedor. Ter novas e boas idéias não é tão difícil, mas implementa-las com sucesso em termos de custo operacional é dificílimo...

Palestra Radioblogtv:

Palestra sobre Custos Operacionais na Radioblogtv: webconferência




16 de abr. de 2009

O que eu aprendi com o filme “O Sobrevivente”: uma boa tática e um objetivo claro valem mais do que uma boa estratégia a longo prazo.

O homem é mais do que um sonhador, é um idealizador. Todo aquele que sonha busca algo, mas aquele que idealiza busca algo perfeito. Eu posso sonhar com uma casa própria, mas idealizar uma casa própria é bem diferente. Idealizar é tornar perfeito aos nossos olhos, é não admitir a possibilidade de não ser do jeito que a gente planejou. O sonhador sonha com algo e confronta a realidade, mas o idealizador não só confronta a realidade, mas exige dela o direito de ver sua idealialização cumprida nos mínimos detalhes.

Neste filme você aprendi muito sobre isso! A diferença entre sonho e idealização. Você tem um jovem alemão que idealizou uma profissão: piloto de caça. Legal, ser piloto é legal. Vou viajar o mundo conhecer novas pessoas (novos bordeis) e vou ajudar meu pais. Legal! Mas, de repente em uma destas voltas que o mundo dá o cara é abatido e cai no meio do Vietnã. Era um pais que oficialmente não estava em guerra com os EUA para o mundo, mas para os vietnamitas não entediam bem assim. E de repente esse idealizador se vê lá no meio do nada (sem recursos) e no meio de tudo (um monte de caras armados querendo pegar ele).

Beleza! Ele é alemão! Ele tem princípios e ideais! Legal! Ele se adaptou rápido, mas pensando sempre em um resgate. Ele segue os procedimentos, mas nada acontece ainda. O helicóptero não desce. O resgate não chega. De repente, ele é capturado. Cai em uma prisão que não é lá estas coisas, mas agora ele tem colegas de prisão. Eles o recebem, recebem suas idéias, seus planos. Ele logo se torna líder deles! Ele tem boas técnicas, ele é otimista, conhece o contexto da guerra e conhece algumas táticas. Ótimo! Assim, deve ser o líder. Nas empresas, isso ocorre também. Um cara novo (um novo gerente, um novo diretor) é sempre uma promessa a ser realizada. É sangue novo no pedaço (no bom e no mau sentido).

Ele planeja! Planejamento estratégico! Ensaiamos varias vezes! Temos pessoas capazes! Assim pensa o líder novato recém capturado. Há planos e reuniões, ensaios freqüentes. Mas, como sempre no dia do “vamos ver” o plano não dá certo. O plano de fuga (plano estratégico) contou com muita gente aderindo, mas na hora do “frigir dos ovos” muita gente debandou! E não é assim nas empresas? E de repente você se vê com o pepino não mão! O jovem alemão então tem que empreender uma fuga em meio a uma selva no qual ele desconhece em grande medida.

Dia a dia ele tem que resistir ao desanimo e ao ambiente hostil. Igualzinho ao que enfrentamos nos nossos ambientes corporativos. Ali eu me vi. Ambiente hostil e perseguição de tropas inimigas. Ele aos poucos tem que se livrar do que é útil taticamente (a curto prazo) e inútil estrategicamente (a longo prazo). Ele se livra do fuzil. As vezes, temos que fazer isso também! Focar no objetivo pensar a curto prazo. Pensar somente em resistir o maior tempo possível a situação. Não podemos pensar em termos de vitória se não desistimos. Temos que pensar apenas em resistir.

Gradativamente o jovem piloto vai se dando conta que ter uma boa tática é muito mais importante do que ter uma boa estratégia. Às vezes, o importante é ter um objetivo claro que uma tática precisa. Deixe os planos para lá. E assim é quando nosso jovem piloto vai descendo o rio. Ele encontra desafios, seu colega tem a cabeça decepada, ele tem que se achegar aos inimigos (ele fica seguindo o acampamento de soldados vietcong para comer o resto de comida deles) e ser paciente a fim de apenas sobreviver. Ele tem que esperar o inesperado...

Na nossa vida em muitos momentos enfrentamos isso! Eu me vi nele! Tendo que esperar o inesperado. Sua tática de resistência foi ao ponto dele comer uma cobra viva! Ele agora estava concentrado em sobreviver. E eis que de repente chega o helicóptero do resgate! Estava salvo! Na nossa vida temos que ter essa determinação tática para vencer. Muitos se apegam muito ao futuro (o que será de mim? Esse departamento não tem futuro? Como vou trabalhar nestas condições?) e acabam perdendo as oportunidades que o presente nos dá (para nos mantermos no jogo).
Foi isso que eu aprendi! Idealizar é bom, mas sonhar é melhor ainda porque é sonhando que temos como sobreviver ao mundo real e temos tempo para nos adaptar taticamente! O personagem sonhou com o resgate, mas nunca idealizou como ele seria. E este resgate não foi fácil! Ele ralou muito para "chegar até aquele ponto de resgate". Ele sonhou, mas não idealizou! Pense nisso com carinho...rs

Peter Drucker, Etnografia e Resultados em Vendas: um novo olhar sobre o mercado e sobre o consumidor

Peter Drucker disse que para um presidente ter uma visão apurada da realidade ele deveria, ao menos uma vez por ano, estar no lugar de um vendedor (um vendedor de produtos de sua empresa, claro). Isso nada tem a ver com ser “líder servidor”, mas tem a ver com etnografia e com resultados práticos no campo das vendas.

A etnografia é a atividade que vai a campo saber como pensa o consumidor. Mas, a etnografia é mais do que pesquisa de mercado (onde vc paga um cara que nada tem a ver com sua empresa para analisar um consumidor que para ele é igual a qualquer outro e um produto do qual ele não tem a menor ligação) ela é uma incursão no lado social e cultural do seu produto.

Nesse tipo de pesquisa, chamada Marketing Etnográfico, as empresas não perguntam apenas como seu cliente está consumindo o seu produto, elas o observam e interagem com eles, em seu ambiente real e identificam assim tendências e padrões de comportamento que não foram previstas pelos desenvolvedores do produto.

Traduzindo, no marketing etnográfico você vi a campo para saber como seu produto esta sendo consumido. Se você vende guardanapo você vai a um carrinho de hot-dog para saber como ele é usado, de que maneira você poderia melhorá-lo e que exigências seu cliente tem. Isso não é pesquisa de mercado! Isso não é informação! Isso é comunicação com o cliente! Você não espera ele vir até você, mas você vai até ele no ambiente dele! A Intel fez uma destas incursões culturais no Campus Party e mostrou como essa incursão traz resultados efetivos em termos de vendas.


Gestão de Pessoas Competência Essencial e Diferencial competitivo: o que vem de cima e o que vem de baixo

Hoje vi duas aulas de administração decorando textos para fazer uma suposta prova. Uma tentava explicar para outra o que era competência essencial e como essa levava ao diferencial competitivo. O interessante da situação é que uma (a que explicava) sabia exatamente o conceito de “competência essencial” e de “diferencial competitivo” e a outra não estava interessada em decorar, mas em saber como um conceito se encaixava no outro.

Uma repetia: a competência essencial é o que a empresa tem de melhor e o que ela tem de melhor constitui um diferencial competitivo e isso a leva ao sucesso.

A outra questionava: esta bem, entendia as frases, mas como a empresa sabe o que ela tem de melhor? É o produto? Porque se for assim é só fabricar o melhor produto e teremos uma competência essencial e um diferencial competitivo e isso trará sucesso para nossa empresa. Eu não entendo porque a Dell e a HP vendem computadores quase idênticos, com processos de fabricação similares e o professor diz que a Dell tem uma competência essencial...

Isso é muito interessante! O fato é que a competência essencial vem “do modo” como alguma coisa é fabrica e não “do que ela fabrica”. Uma empresa tem uma competência essencial quando ela tem um grupo de pessoas (gestão de pessoas) e uma dada técnica de produção ou distribuição (estratégia) que lhe dá uma vantagem sobre as outras e isso constitui o diferencial competitivo. O diferencial competitivo hoje vem mais de processos (como fazer) do que de produtos (o que fazer). As pessoas são o diferencial...

Decorar as coisas não é bom! Questionar sim! Uma aluna sabia tudo de cor, mas não se interessava pelo nexo das coisas. A outra não ligava para decorar, mas buscava entender. Uma decora a outra pensa. Na prova a que decora vai melhor (e ela mesmo mandou a colega apenas decorar porque o que importa é ir bem nas provas) e que não decora pode tirar notas não tão boas. Mas, o fato é só um: na vida real vence quem descobre nexos!
E a propósito: a competencia essencial vem de baixo (das pessoas) e o diferencial competitivo é produzido pelos líderes através da competência essencial que eles tem em mãos (as pessoas)

13 de abr. de 2009

Palestra Empreendedorismo Pai Rico Pai Pobre e o filme 300 de Esparta: da opção pelo empreendedorismo ao caráter de empreendedor

Neste aula vamos fazer uma comparação entre este trecho do texto e o filme 300. O livro PRPP vocês já conhecem! Mas, quem não assistiu o filme 300 tem que assistir! O filme é uma carnificina, mas os 10 primeiros minutos são uma lição do que é "se virar na vida". O rito de passagem para a vida adulta na sociedade Espartana é uma lição e tanto para nós ocidentais contemporânbeos que iniciamos nossa jornada aos 18 (alguns nem depois dos 30) anos de idade. Essa tardia emancipação (e se contarmos que cada vez mais os jovens retardam a saida da casa dos pais e retardam ainda mais a quebra dos vincúlos de dependência) atrapalha a formação do caráter e cria o mito de "um ente protetor" que sempre vai nos socorrer na hora da difulcudade...

O techo do livro de Kiyosaki:
Um deles acreditava que a empresa ou o governo deveria cuidar de você e de suas necessidades. Estava sempre preocupado com aumentos salariais, planos de aposentadoria, benefícios médicos, licenças de saúde, férias e outros benefícios.
Ele ficava impressionado com dois de seus tios que foram para o exército e se aposentaram com vários benefícios após vinte anos de serviço ativo. Ele adorava a idéia de assistência médica e serviços de reembolso de alimentos que os militares ofereciam a seus aposentados. Ele também se empolgava com as cátedras vitalícias do sistema universitário. A idéia de estabilidade no emprego e benefícios trabalhistas lhe parecia às vezes mais importante do que o próprio emprego. Dizia frequentemente: "Trabalhei muito para o governo, mereço essas mordomias."

O outro pai acreditava na total auto-sufíciência financeira. Ele sempre se manifestava contra a mentalidade dos "direitos" e falava que isso estava criando pessoas fracas e financeiramente necessitadas. Ele dava muita ênfase à competência financeira. Um dos pais lutava para poupar alguns poucos dólares. O outro simples-mente criava investimentos. Um pai me ensinou a escrever um currículo impressionante para que eu pudesse encontrar um bom emprego. O outro me ensinou a fazer sólidos planos financeiros e de negócios de modo que eu pudesse criar empregos. P.13





Esta é uma série do livro Pai Rico Pai Pobre. Eu realmente prefiro o primeiro livro dele, pois este me parece mais um conjunto de regras do que um conjunto de princípios de vida. O outro era mais baseado na visão de ser prospero enquanto esse é como ser prospero! Todo mundo sabe sobre o perigo das fórmulas: elas não mudam com o contexto...







Temos também palestra em mp3 sobre o livro Pai Rico Pai Pobre:
Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre_ empreendedorismo
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Ouça a palestra em mp3 no player abaixo

Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre_ empreendedorismo - Presentation Transcript Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre – Robert Kiyosaki Muito estudo não quer dizer muito dinheiro... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre # Existe uma grande diferença... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Pessoas Espertas Pessoas Inteligentes Existe uma grande diferença... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Ser Bom Aluno Ser bom aprendiz Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Fique na Escola, tire boas notas, agrade a professora e no futuro terá um bom emprego e assim conseguirá comprar tudo o que quer e será plenamente realizado... O conselho certo para 10 anos atrás... O conselho certo para hoje... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Fique na Escola aprenda tudo o que puder , mas desenvolva principalmente sua capacidade de aprender através das situações... Seja autodidata... Ser bom aluno talvez te capacite a ser empregado Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre 
Ser autodidata o capacita a ser mais que um empregado Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Te capacita a ser bom empregado e mpreendedor... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Te capacita a pensar em termos de execução... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre 
Te capacita a ser ousado frente aos desafios da vida... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Todos já sabem, o mundo não é mais o mesmo... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre O mundo precisa de pessoas empreendedoras... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Tudo na vida é uma questão de perspectiva... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Não sou rico porque tenho filhos Tudo na vida é uma questão de perspectiva... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Tenho que ser rico por causa dos meus filhos Tudo na vida é uma questão de perspectiva... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre com dinheiro seja cuidadoso Tudo na vida é uma questão de perspectiva... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Aprenda a administrar os riscos Lições básicas sobre fluxo de caixa dos ricos... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Lições básicas sobre fluxo de caixa dos pobres... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Lições básicas sobre fluxo de caixa... Palestra Livro Pai Rico Pai Pobre Um ativo é algo que põe dinheiro no seu bolso e um passivo é algo que tira dinheiro do seu bolso... Aula em áudio mp3 no meu blog Ubiratan Carlos Machado Editor e professor da Radioblogtv Contato para Palestras: celular (011) 8489 8036 TIM E-mail: radioblogtv@gmail.com.br Meu blog: http://ubiratangeo.blogspot.com/ conectando idéias 

Aula 9 Teoria Geral da Administração (TGA): Parte II _A Influência da Revolução Industrial_Aula II



Nesta segunda aula vamos falar mais sobre o impacto da administração sob a Revolução Industrial. Como as invenções técnicas só tiveram um grande impacto por conta das inovações organizacionais que vieram antes destas invenções. Como o capitalismo financeiro levou o industrial para além de suas fronteiras geográficas efetivando a expansão comercial destes primeiros conglomerados industriais.
Todas as aulas de Teoria Geral da Administração estão neste link:


Administração, aula mp3, palestra tga, teoria geral da administração, curso, áudio, resumo, resenha, conceito, aulas, particulares, debate, podcast, mp3, baixar, faculdade, universidade, grupo, estudos




Todos os links contém áudios das aulas na integra para ouvir on-line. Para baixar é preciso se tornar assinante: 



Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade



Aula 20 – Abordagem Contingencial da Administração: em busca da flexibilidade e da agilidade




















Aula 8 Teoria Geral da Administração (TGA): Parte II _A Influência da Revolução Industrial_Aula I


No colégio você aprendeu que a Revolução Industrial foi um marco para a sociedade ocidental não foi? E aprendeu certo! O que você não aprendeu corretamente foi que a Revolução Industrial só se tornou A Revolução Industrial porque houve um principio administrativo (organizacional) por trás. Sem uma forma eficaz de administração da fábrica (e todo o seu modo de produção, administração e organização) por trás a invenção da máquina a vapor ou do motor a combustão não seria grande coisa.




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Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade



Aula 20 – Abordagem Contingencial da Administração: em busca da flexibilidade e da agilidade