30 de jun de 2011

Abra mão do orgulho para ampliar seu projeto: críticas destrutivas colaboram para a construção de projetos



Abra mão do orgulho para ampliar seu projeto: críticas destrutivas colaboram para a construção de projetos

Quando trabalhamos em grupo é comum ouvir um integrante dizer, logo depois de uma apresentação de projeto, “preciso de sugestões e críticas, mas só quero ouvir críticas construtivas”. Ora, isso é muito contraditório. As críticas são feitas para “destruir” partes do projeto que “na visão dos críticos” devem ser refeitas (e portanto destruídas). As críticas, neste caso, são sempre destrutivas. A grande questão ai é saber se a pessoa que recebe as críticas vai ter a capacidade de refazer a parte que foi destruída. Mas, melhor ainda do que receber críticas e receber a colaboração das pessoas, por isso a dica é não chegar em uma reunião com o projeto fechado.

“Idéias inacabadas tem ainda outra vantagem. Você não está preso a elas. “O problema de mostrar algo aos clientes quando esta tudo pronto é que as pessoas não querem dar palpites negativos porque sentem que você trabalhou muito naquilo”, diz Chris Thoen, um veterano diretor de inovação da Procter & Gamble. “Se você mostra algo nitidamente em construção, elas se sentem mais a vontade para contribuir. Essa cultura do protótipo – em oposição à prática do planejamento e da minimização de erros – foi implementada pela P&G pelo executivo-chefe A.G. Lafley. Em comando de 2000 a 2009, os lucros da companhia triplicaram para mais de US$ 10 bilhões, com a taxa de crescimento orgânico de 6% ano.”

Ouça o áudio de podcast mp3 

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