30 de abr. de 2010
29 de abr. de 2010
26 de abr. de 2010
Liderança e Gestão de Pessoas no Filme Avatar: do modelo de gestão militar para o modelo de gestão sistêmico
Acesse todas as aulas no formato de vídeo aula no nosso novo site:
www.ubiratangeo.com.br
Liderança e Gestão de Pessoas no Filme Avatar: do modelo de gestão militar para o modelo de gestão sistêmico
Ontem eu assisti o filme Avatar com mais calma. Assisti pela primeira vez no cinema, mas o filme é tão excitante (e tecnológico) que a questão do conteúdo fica para um segundo plano. Mas, em casa (e sem o deslubre inicial dos efeitos especiais e do enrredo) deu para pensar mais em termos de gestão de pessoas e em termos de liderança.
No filme temos claro dois modelos de gestão e dois modelos de liderança. Um modelo é o baseado na gestão rígida advinda do exército. Um modelo centrado na hierarquia e no confronto onde o que predomina é o poder de intimidação e coerção. Esse é ainda o modelo que impera na esmagadora maioria das corporações atuais. Um modelo que prima pelo confronto direto. O representante central deste modelo é o coronel Miles Quaritch. É um homem que acredita na filosofia da ação e reação. Me de uma porrada que te dou duas. Olho por olho dente por dente por dente. É o típico líder que um administrador como Parker Selfridge precisa para tocar seu modelo de negócios altamente conflitivo e competitivo (modelo antigo). Esse modelo é predominante nas empresas da atualidade. Mas, de outro lado nós temos um modelo de gestão sistêmico que já vigora em Pandora. A estrutura organizacional de Pandora é assim. Sistêmica e altamente integrada...
A doutora Grace Augustine é a principal representante deste modelo. Ela é uma mentora desse processo de gestão organizacional, mas ela não possui a habilidade de implementar (ou liderar esse processo). Pensar e aceitar um modelo de gestão sistêmico não é a mesma coisa que ter a ousadia para implementá-lo. É bem diferente! Veja que neste processo de mudança de um modelo tradicional para um modelo sistêmico de administração nosso jovem executivo Jake Sully enfrenta vários desafios e conta com a indecisão de ambos os lados. De um lado ele entende que não há maneiras de conciliar os dois modelos de gestão (precisa optar se esta com o exército ou com o povo de pandora), mas também percebe que há um conjunto de indecisos no processo. Ele não pode julgar essas pessoas pela sua omissão...
Ele conta sim com o apoio de Neytiri (a namorada dele no filme), mas é um apoio ainda dissociativo. Ou seja, ela acha que é possível remediar a situação. Ela entende que é possível “cozinhar o problema em banho maria” sem ter que, com isso, tomar uma medida extrema. É a velha mentalidade política: vamos deixar como está... Mas, Jake Sully (que vive a realidade dos dois lados administrativos) sabe que não há como conciliar esses dois modelos de gestão. O seu competidor social chamado Tsu'Tey também acha que não há como conciliar (e acredita que o modelo de gestão do povo Na'vi é o melhor), mas a grande questão é que ele não esta preparado para levar esse modelo de gestão (gestão sistêmica) a eficácia total. É preciso que o modelo de gestão seja extremamente eficaz em um ponto de mudança de modelo gestão organizacional.
Ai que entra o papel do líder. Ele pode pegar um conceito (modelo de gestão organizacional idealizado pela doutora Grace Augustine) e levar ao extremo de eficácia efetiva pelo coronel Miles Quaritch. O líder pode entender e efetivar o modelo de treinamento e aprendizado pela Neytiri em larga escala de forma altamente eficaz. Veja que o lider deve ter a capacidade de integrar processos produtivos de diversos modelos organizacionais. Ao pensar o processo de liderança em escala corporativa (ampla hierarquia) o nosso jovem fuzileiro Jake Sully pode unir as várias tribos que viviam dispersas para poder criar uma grande nação Na'vi com poder equivalente a grande corporação que buscava explorar o planeta.
Eu vou fazer uma palestra (e um vídeo aula) para poder abordar melhor esses processos de liderança e gestão organizacional.
25 de abr. de 2010
Aulas Teoria Geral da Administração - Introdução Livro Chiavenato
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Capítulo 01 – A administração e suas perspectivas: delineando o papel da administração
Neste primeiro capítulo o autor vai introduzir você aos conceitos básicos da administração contemporânea a chamada Teoria Geral da Administração. Ele vai apontar como esse conjunto de ideias e conceitos pode melhorar seu rendimento profissional através da compreensão, implementação e prática de determinadas atitudes baseadas em conceitos da administração.
Logo no “Caso Introdutório – a promoção de Marcelo” nós temos essa proposta de aprendizado implementada. Veja que Marcelo Gonçalves é o típico engenheiro que só trabalhou com o operacional! Ou seja, era o cara que recebia ordens e fazia o seu serviço de maneira isolada e com responsabilidades diretas somente sobre o seu próprio desempenho (rendimento). Agora ele “tornou-se responsável por uma equipe de 30 funcionários sob seu comando”. Ou seja, agora ele é chefe (líder de pessoas) e deve agir como tal. O seu desempenho como “funcionário” (engenheiro isolado) tem que sofrer um “up grade” para dar conta desta sua nova posição. A administração contemporânea é voltada para pessoas!! Mesmo os que não lideram devem saber lidar com pessoas!! Por onde Marcelo deve começar??
Ora, Marcelo deve começar a se inteirar mais sobre “Gestão de Pessoas”, “Liderança” e “Motivação” porque esse são atributos indispensáveis para quem vai adentrar no mundo das grandes, médias e pequenas corporações. Praticamente em toda a organização social hoje temos que lidar com pessoas e lidar com pessoas é administrar conflitos de todo o tipo. A tecnologia tem propiciado cada vez mais que fornecedores, produtores e consumidores estejam cada vez mais em contato direto o que aumenta a eficiência da produção, mas também é fonte constante de atritos e confrontos. Os que conseguem lidar melhor com as pessoas fidelizam os clientes os que não conseguem se tornam “empresas odiosas”. O autor (Idalberto Chiavenato) aponta “liderar por meio de pessoas” é a tarefa básica da Administração contemporânea:
“A tarefa básica da Administração é a de fazer as coisas por meio das pessoas de maneira eficiente e eficaz. Nas organizações – seja industrias, comércio, organizações de serviços públicos, hospitais, universidades, instituições militares, ou em qualquer outra forma de empreendimento humano – a eficiência e a eficácia com que as pessoas trabalham em conjunto para conseguir objetivos comuns dependem diretamente da capacidade daqueles que exercem a função administrativa” (pag. 10).
Ou seja, o administrador é o responsável direto pelos resultados porque seu trabalho é produzir resultados por meio de pessoas. Se você é bom em lidar com pessoas vai ter bons resultados senão vai amargar fiascos: “onde quer que a cooperação de pessoas, no intuito de alcançar objetivos comuns, se torne organizada e formal, o componente essencial e fundamental dessa associação é a Administração – a função de conseguir fazer as coisas por meio de pessoas e com melhores resultados” (pag 10). Em essência esse é o significado da palavra administração “a palavra administração vem do latim ad (direção, tendência para) e minister (subordinação ou obediência) e significa aquele que realiza uma função sob o comando de outrem, isto é, aquele que presta serviço a outro” (pag 11)
É claro que a medida em que a sociedade se tornou mais complexa através da globalização de mercados essa atividade foi sendo ainda mais afinada com seu termo principal “organizar e conseguir bons resultados através das pessoas”. Hoje a definição básica “do que é administração” é essa e “como se faz administração” é essa “a administração é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos afim de alcançar objetivos organizacionais” (pag 11). Então você já sabe “o que é administração” (conseguir bons resultados por meio de pessoas) e você já sabe “como a administração” se faz (planeja, organiza, dirige e controla recursos). Para o “como” se materializar é preciso levar em conta seis variáveis básicas que você vai reconhecer no ambiente onde você vai implementar sua prática administrativa segundo o autor: “tarefas, estrutura, pessoas, ambiente, tecnologia e competitividade”. Ou seja, um bom administrador tem que saber qual a tarefa que ele vai desempenhar (que tipo de fábrica, produto ou serviço ele vai “tocar”), a estrutura (galpão, fábrica, escritório, equipamentos), as pessoas (que tipo de funcionários, escolaridade, formação etc), o ambiente (em que mercado esse produto vai ser vendido), a tecnologia (que tipo de ferramentas estão disponíveis: de ponta, média tecnologia, ultrapassada etc) e a competitividade (quais são meus concorrentes neste negócio).
Dai vem a dificuldade do nosso amigo Roberto “Exercício: as dificuldades de Roberto”. O Roberto como engenheiro operacional não precisava pensar em pessoas ou nas tarefas básicas da administração, mas agora como líder de grupo ele precisa pensar em cada um dos seis pontos descritos acima. Dai as dificuldades dele!! Ele não esta sabendo planejar e consequemente não sabe apontar para as pessoas para onde elas devem seguir e como elas devem seguir. O que as pessoas esperam de um líder é que no mínimo ele saiba liderar. O que falta para o Roberto é literalmente estudar TGA. “A TGA estuda a administração das organizações e empresas do ponto de vista da interação e da interdependência entre as seis variáveis principais: tarefa, estrutura, pessoas, tecnologia, ambiente e competitividade. Elas constituem os principais componentes no estudo da Administração das organizações e empresas” (pag. 12)
A administração e consequentemente a Teoria Geral da Administração é a bussola que o Roberto não esta utilizando para navegar neste ambiente corporativo. Esses seis elementos se ligam uns aos outros e se transformam mutuamente. Então o ambiente pode influenciar a tecnologia como também pode influenciar as pessoas (se elas estão mais aptas ou não a lidar com as novas tecnologias) e abrir espaço para os competidores (concorrentes). Então o administrador tem que conhecer muito bem esses seis elementos e saber como a correlação entre eles funciona. Para Chiavenato essas questões tendem a ser tornar mais complexas por conta das mudanças que já começam a se concretizar nestes próximos anos:
- novas tecnologias que aproximam os diferente players (atores de mercado) pelo mundo
- inclusão de mais organizações de comércio por conta da globalização e tecnologia barata
- crescimento das organizações através de operações logísticas mais complexas
- ampliação, sofisticação e barateamento de novas tecnologias através da internet
- a sociedade industrial migrando para uma sociedade informacional (vamos trabalhar isso em outras aulas)
- ampliação da globalização e acordos de livre comércio que ampliaram a competitividade entre organizações
- diversidade de opções e produtos ampliando o poder do consumidor em termos de qualidade, rapidez e eficiência
Diante deste contexto o autor é categórico
“O administrador deve estar localizado no futuro para poder preparar sua empresa para enfrentar os novos desafios que surgirem seja por meio de novas tecnologias, novas condições sociais e culturais, seja por meio de novos produtos ou serviços. Além disso deve pensar globalmente (ver o mundo) e agir localmente (atuar na empresa). Para levar a empresa a excelência o administrador dever ter o espirito empreendedor, aceitar desafios, assumir riscos, e possuir um senso de inconformismo sistemático. Somente assim, o administrador pode conduzir sua empresa a uma situação melhor” (pag 19).
Não perca a aula número 02!! Já está disponível aqui mesmo no Blog...
Capítulo 01 – A administração e suas perspectivas: delineando o papel da administração
Neste primeiro capítulo o autor vai introduzir você aos conceitos básicos da administração contemporânea a chamada Teoria Geral da Administração. Ele vai apontar como esse conjunto de ideias e conceitos pode melhorar seu rendimento profissional através da compreensão, implementação e prática de determinadas atitudes baseadas em conceitos da administração.
Logo no “Caso Introdutório – a promoção de Marcelo” nós temos essa proposta de aprendizado implementada. Veja que Marcelo Gonçalves é o típico engenheiro que só trabalhou com o operacional! Ou seja, era o cara que recebia ordens e fazia o seu serviço de maneira isolada e com responsabilidades diretas somente sobre o seu próprio desempenho (rendimento). Agora ele “tornou-se responsável por uma equipe de 30 funcionários sob seu comando”. Ou seja, agora ele é chefe (líder de pessoas) e deve agir como tal. O seu desempenho como “funcionário” (engenheiro isolado) tem que sofrer um “up grade” para dar conta desta sua nova posição. A administração contemporânea é voltada para pessoas!! Mesmo os que não lideram devem saber lidar com pessoas!! Por onde Marcelo deve começar??
Ora, Marcelo deve começar a se inteirar mais sobre “Gestão de Pessoas”, “Liderança” e “Motivação” porque esse são atributos indispensáveis para quem vai adentrar no mundo das grandes, médias e pequenas corporações. Praticamente em toda a organização social hoje temos que lidar com pessoas e lidar com pessoas é administrar conflitos de todo o tipo. A tecnologia tem propiciado cada vez mais que fornecedores, produtores e consumidores estejam cada vez mais em contato direto o que aumenta a eficiência da produção, mas também é fonte constante de atritos e confrontos. Os que conseguem lidar melhor com as pessoas fidelizam os clientes os que não conseguem se tornam “empresas odiosas”. O autor (Idalberto Chiavenato) aponta “liderar por meio de pessoas” é a tarefa básica da Administração contemporânea:
“A tarefa básica da Administração é a de fazer as coisas por meio das pessoas de maneira eficiente e eficaz. Nas organizações – seja industrias, comércio, organizações de serviços públicos, hospitais, universidades, instituições militares, ou em qualquer outra forma de empreendimento humano – a eficiência e a eficácia com que as pessoas trabalham em conjunto para conseguir objetivos comuns dependem diretamente da capacidade daqueles que exercem a função administrativa” (pag. 10).
Ou seja, o administrador é o responsável direto pelos resultados porque seu trabalho é produzir resultados por meio de pessoas. Se você é bom em lidar com pessoas vai ter bons resultados senão vai amargar fiascos: “onde quer que a cooperação de pessoas, no intuito de alcançar objetivos comuns, se torne organizada e formal, o componente essencial e fundamental dessa associação é a Administração – a função de conseguir fazer as coisas por meio de pessoas e com melhores resultados” (pag 10). Em essência esse é o significado da palavra administração “a palavra administração vem do latim ad (direção, tendência para) e minister (subordinação ou obediência) e significa aquele que realiza uma função sob o comando de outrem, isto é, aquele que presta serviço a outro” (pag 11)
É claro que a medida em que a sociedade se tornou mais complexa através da globalização de mercados essa atividade foi sendo ainda mais afinada com seu termo principal “organizar e conseguir bons resultados através das pessoas”. Hoje a definição básica “do que é administração” é essa e “como se faz administração” é essa “a administração é o processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos afim de alcançar objetivos organizacionais” (pag 11). Então você já sabe “o que é administração” (conseguir bons resultados por meio de pessoas) e você já sabe “como a administração” se faz (planeja, organiza, dirige e controla recursos). Para o “como” se materializar é preciso levar em conta seis variáveis básicas que você vai reconhecer no ambiente onde você vai implementar sua prática administrativa segundo o autor: “tarefas, estrutura, pessoas, ambiente, tecnologia e competitividade”. Ou seja, um bom administrador tem que saber qual a tarefa que ele vai desempenhar (que tipo de fábrica, produto ou serviço ele vai “tocar”), a estrutura (galpão, fábrica, escritório, equipamentos), as pessoas (que tipo de funcionários, escolaridade, formação etc), o ambiente (em que mercado esse produto vai ser vendido), a tecnologia (que tipo de ferramentas estão disponíveis: de ponta, média tecnologia, ultrapassada etc) e a competitividade (quais são meus concorrentes neste negócio).
Dai vem a dificuldade do nosso amigo Roberto “Exercício: as dificuldades de Roberto”. O Roberto como engenheiro operacional não precisava pensar em pessoas ou nas tarefas básicas da administração, mas agora como líder de grupo ele precisa pensar em cada um dos seis pontos descritos acima. Dai as dificuldades dele!! Ele não esta sabendo planejar e consequemente não sabe apontar para as pessoas para onde elas devem seguir e como elas devem seguir. O que as pessoas esperam de um líder é que no mínimo ele saiba liderar. O que falta para o Roberto é literalmente estudar TGA. “A TGA estuda a administração das organizações e empresas do ponto de vista da interação e da interdependência entre as seis variáveis principais: tarefa, estrutura, pessoas, tecnologia, ambiente e competitividade. Elas constituem os principais componentes no estudo da Administração das organizações e empresas” (pag. 12)
A administração e consequentemente a Teoria Geral da Administração é a bussola que o Roberto não esta utilizando para navegar neste ambiente corporativo. Esses seis elementos se ligam uns aos outros e se transformam mutuamente. Então o ambiente pode influenciar a tecnologia como também pode influenciar as pessoas (se elas estão mais aptas ou não a lidar com as novas tecnologias) e abrir espaço para os competidores (concorrentes). Então o administrador tem que conhecer muito bem esses seis elementos e saber como a correlação entre eles funciona. Para Chiavenato essas questões tendem a ser tornar mais complexas por conta das mudanças que já começam a se concretizar nestes próximos anos:
- novas tecnologias que aproximam os diferente players (atores de mercado) pelo mundo
- inclusão de mais organizações de comércio por conta da globalização e tecnologia barata
- crescimento das organizações através de operações logísticas mais complexas
- ampliação, sofisticação e barateamento de novas tecnologias através da internet
- a sociedade industrial migrando para uma sociedade informacional (vamos trabalhar isso em outras aulas)
- ampliação da globalização e acordos de livre comércio que ampliaram a competitividade entre organizações
- diversidade de opções e produtos ampliando o poder do consumidor em termos de qualidade, rapidez e eficiência
Diante deste contexto o autor é categórico
“O administrador deve estar localizado no futuro para poder preparar sua empresa para enfrentar os novos desafios que surgirem seja por meio de novas tecnologias, novas condições sociais e culturais, seja por meio de novos produtos ou serviços. Além disso deve pensar globalmente (ver o mundo) e agir localmente (atuar na empresa). Para levar a empresa a excelência o administrador dever ter o espirito empreendedor, aceitar desafios, assumir riscos, e possuir um senso de inconformismo sistemático. Somente assim, o administrador pode conduzir sua empresa a uma situação melhor” (pag 19).
Não perca a aula número 02!! Já está disponível aqui mesmo no Blog...
Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade
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Aula 22 – Para onde vai a TGA? – Capítulo 19 – em busca da competitividade
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