13 de ago. de 2008

Gestão de Pessoas no Google: tirando produtividade do ócio

A palavra de ordem hoje é competitividade! Todos querem se tornar competitivos a fim ganhar mercado e descobrir novos nichos. É uma corrida desenfreada por estar no ritmo e a frente do mercado. Há uma histeria de competitividade tal como do Programa Aprendiz! Tenho que ser o primeiro! Tenho que ser mais competitivo! Tenho que fazer mais! Trabalhar mais! Todos ficam carrancudos, mal humorados e tensos como nosso amigo Justos! Mas, que nome! Justos!

Mas, na contramão da concepção de competitividade (manter o ritmo acelerado) há autores que defendem a produtividade (manter o ritmo de criatividade). Ora, não é a mesma coisa Ubiratan? Pense melhor querido leitor! No ritmo atual ser competitivo é chegar a empresa as 7:00hs, atravessar o dia com muitas tarefas, fazer um curso rápido de Inglês depois do trabalho e ainda terminar a noite em um MBA estratégico. Ser competitivo é fazer muitas coisas ao mesmo tempo afirma uns. Alguns dizem: sou agitado! Não consigo ficar parado! Tenho sempre que estar fazendo algo (me aperfeiçoando) para me sentir bem.

Este é o ritmo da chamada competitividade de mercado. Mas, relaxe! Entre no ritmo da produtividade (que é bem diferente de competitividade). No ritmo de Gestão de Pessoas o programa Aprendiz seria mais relax! Como a listracao ai do programa Aprendiz 6: o ócio! É preciso estar sendo produtivo e para isso é preciso entrar em um ritmo diferente de gestão organizacional. Alguns autores descordam deste ritmo transloucado do Aprendiz! Domenico de Masi é um destes! Como eu ele é da área de humanas então se torna suspeito de falar! Mas, antes vamos ao Google para ver o que há de útil no conceito de “Ócio Criativo” do autor.

Por ser uma empresa de tecnologia informacional (lida com informação) o Google tem uma agilidade incrível para criar produtos. Não há comparação com as empresas tradicionais em inúmeros pontos. Vamos a alguns deles. Primeiro: os produtos do Google são intangíveis e são globais por natureza. Ora, quando o google coloca uma inovação no ar o custo deles é infinitamente menor do que uma empresa tradicional. Ele coloca o sistema no “ar”. Simples. Não é um produto físico. Não precisa de um caminhão para levar, não precisa de uma prateleira de supermercado e muito menos de um promotor de vendas.

Ele simplesmente coloca o produto no ar. E este colocar no ar significa globalidade (ser globalizado). Ele pode ser para todo o mundo literalmente. Não há comparação em termos de possibilidades de inovação. No entanto, toda a vantagem exagerada gera risco exagerado. O Google pode perder sua clientela tão rápido quanto a ganhou. Um buscador mais eficiente pode gerar uma debanda em massa. O cliente do google é instável. Ele segue a manada. Como a maioria de nós migrou do Yahoo (ou Cadê etc) para o Google em questão de meses os clientes do Google também podem fazer isso. Basta clicar e estamos com outra empresa.

Não preciso nem sair da cadeira. Um passar de mouse e estou em outra empresa. E se experimentar e gostar não preciso mais voltar a antiga. Não preciso cancelar contrato. Não preciso mudar de computador nem de cartão de crédito. Basta que eu entenda que não devo mais usar o Google: basta que eu entenda que ele não é do bem...O pessoal do Google sabe disso e daí seus grandes investimentos em uma prática efetiva de Gestão de Pessoas. Eles não querem (e não podem) ser vistos como a Microsoft do século XXI. Monopolizadora, opressora e do mal! Eles não somente falam de Gestão de Pessoas, mas praticam e obtém resultados práticos com ela.

O modelo do Google é o modelo de Gestão de Pessoas que todo o Gerente ou Diretor de RH deveria efetivamente buscar implementar e consolidar. Vou voltar um pouco ao meu colega Domenico de Masi para que você possa entender melhor o que se passa no Google e porque eles obtém resultados práicos com o "ócio criativo" e evitam o estilo "Aprendiz". Quando questionado a respeito da revolução da internet e suas formas de gerar valor agregado ele disse:

Pergunta: Quais foram os ganhos tangíveis e os que continuam intangíveis na revolução virtual do trabalho e no tempo livre, observados no XV Seminário de Ravello, onde o senhor foi um dos organizadores ?
Domenico De Masi: Os ganhos tangíveis consistem no fato de que se consegue produzir mais bens e serviços com menor esforço físico e menos stress intelectual. Os ganhos intangíveis estão na possibilidade de se usufruir, em tempo real, de uma rede de interlocutores, de amigos, de colaboradores.
Ou seja, os ganhos intangíveis estão na possibilidade de relacionar-se com outros. Mas, algumas empresas adotam restrição de meios de comunicação (internet), outras ainda se queixam de que os funcionários “não trabalham”, mas ficam apenas papeando na internet. Mas, veja o modelo de Gestão de Pessoas do Google:

Dá tempo livre:

cada engenheiro gasta um dia por semana para desenvolver o próprio projeto, mesmo que não esteja vinculado à missão da empresa. Se houver muito trabalho na semana, a folga fica acumulada. O Google News surgiu neste projeto
Google News: http://news.google.com.br/

Obs: brincadeira! É uma coisa impensável tanto em termos de empresas quanto em termos de funcionários. É difícil pensar que uma empresa tradicional possa ceder estes espaço de “ócio criativo” e é difícil imaginar que o funcionário possa exercer com sabedoria este tempo.

Lista de Idéias
Qualquer funcionário pode expor suas idéias de novas tecnologias ou de negócios. Basta inscreve-las numa listagem. Quem sugerir idéias pobres ou mal formuladas deve estar preparado para enfrentar críticas.
Obs: Este é um processo similar ao da Nutrimental, mas em essência muito diferente. Aqui o funcionário não tem mediador (gerente), mas em compensação esta exposto diretamente aos seus superiores. Mas, ai faz o camarada se preparar melhor e ser ousado.

Atualiza Decisões
De duas a três vezes por semana, os gerentes promovem sessões para debater novas idéias. Foi uma destas reuniões que surgiu a home page personalizado do Google.
Obs: este tempo destinado a novas idéias é uma enorme inovação gerencial. Veja que este tempo não esta destinado a “especialistas” de cada área, mas é um tempo “aberto” e generalizado. Isso torna a diversidade da empresa ainda maior.

Promove Brainstorms

Oito vezes por ano, uma centena de engenheiros e técnicos participa de uma reunião em que seis conceitos são debatidos durante dez minutos cada um, no máximo. O objetivo disso é enriquecer cada conceito á razão de uma idéia por minuto.
Obs: cara debater conceitos. Eles, de acordo com a receptividade do público, debatem conceitos bimestralmente. Isso significa que se eles perceberem que internauta mudou sua visão sobre “busca” ou “google adsense” eles estão atentos para perceber. Estes conceitos não são fixos como na Microsoft, por exemplo, que ainda insiste (ou insistia) que o computador é a base da revolução informacional do século XXI mesmo estando evidente para todos nós que não é! A Microsoft, neste caso, se apegou ao conceito de computador e não quer debate-lo de forma alguma. Se tornou inflexível. O Google, ao contrário, o questiona bimestralmente!

Compra boas idéias

Apesar de desenvolver tecnologia em casa, o Google adquire empresas com iniciativas interessantes. Em 2004, comprou a Keyhole, dona da tecnologia que permite oferecer mapas sofisticados com imagens de satélite.
Obs: Eis uma das maiores vantagens do Google: ele é um sistema permeável tal como uma esponja. Ele absorve tudo desde que ele possa integra-lo na sua rede sistêmica informacional. Falei difícil? Quer dizer que o Google compra empresas e softwares que possa integrar ao conjunto de serviços já existente em sua rede. Por exemplo, ele comprou o Blogger e colocou adsense. Comprou youtube o integrou ao Blogger. E assim vai. Mas, o interessante é que ele não é um sistema fechado como a Microsoft. Poderia ter comprado o Netscape, mas quis fazer o Explorer. Deu certo, porque não havia rede e ela fez venda casada no cd Window, mas anos depois teve que lidar com Firefox sem chance de reagir (agora é em rede!).

Conclusão
O Google criou um processo de Gestão de Pessoas onde as pessoas se relacionam. De fato, a esmagadora maioria de suas inovações vem de relacionamentos destes funcionários. Troca de e-mail, bate-papo, fóruns, msn etc. O Google precisa ser sensível as mudanças criando não somente bons produtos, mas criando produtos com uma “cara” de sociabilidade. Produtos com uma “cara do bem” e para isso precisam realmente entender o que se passa na cabeça dos internautas. E como fazer isso? Estando ligado (relacionado, antenado) na rede. Hoje a ascensão do conceito de Web 2.0 fornece esse ambiente interdisciplinar para a inovação organizacional. Mas, as corporações aproveitam pouco disso! Não seja mal....rs





Como todos sabem um dos temas do meu Blog é Gestão de Pessoas. Entendo que este tema é fundamental tanto para a área de empreendedorismo e para corporações tanto quanto é importante para a área de educação e gestão educacional. Alias, a vanguarda destas ações deveria ser das escolas e universidades antes que das empresas e corporações multinacionais. Mas, enfim, vamos ao tema.

A cada semana foi publicar uma resenha-resumo do livro do Idalberto Chiavenato chamado "Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações". Esta semana vou começar com a Parte I que tem como título “Os novos desafios da Gestão de Pessoas”. Como vocês devem saber o livro do Chiavenato tem 455 páginas. Ou seja, é um calhamaço enorme! Hoje vou falar sobre o Capítulo I: “Introdução a moderna gestão de pessoas”.



Ouça o áudio da aula em mp3: 1:40 minutos



Aula 1 - Introdução a Moderna Gestão de Pessoas - Chiavenato — Presentation Transcript 1. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Ubiratan Carlos Machado Editor e professor da Radioblogtv Aula 01 Contato para Palestras: celular (011) 8489 8036 TIM Meu blog: http://ubiratangeo.blogspot.com/ 2. Palestra Gestão de Pessoas Introdução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoFocalizar no negócio da empresa Reforçar as atividades estratégicas Alienar algumas atividades burocráticas e operacionaisCaso Introdutório: o DRH da Brasil Cosmopolita 3. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoO contexto da Gestão de Pessoas: o alvo certo 4. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Gestão de Pessoas: organizações e pessoas 5. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Objetivos Organizacionais versus objetivos pessoais 6. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato As pessoas como parceiros da organização 7. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoParceiros da organização Contribuem com: Esperam retorno de: Acionistas e Capital de Risco, Lucros e dividendos, valor Investidores Investimentos agregado Empregados Trabalho, esforço, conhecimentos Salários, benefícios, retribuições e e habilidades satisfações Fornecedores Matérias primas, serviços, Lucros e novos negócios insumos básicos, tecnologias Clientes e consumidores Compras e aquisição dos bens e Qualidade, preço, satisfação e serviços valor agregadoAs pessoas esperam, as organizações fornecem 8. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Pessoas como Recursos Pessoas como parceiros Empregados em cargos isolados Colaboradores agrupados em equipes Horário rigidamente estabelecido Metas negociadas e compartilhadas Preocupação com normas e regras Preocupação com resultados Subordinação ao chefe Atendimento e satisfação do cliente Fidelidade a organização Vinculação à missão e à visão Dependência da chefia Interdependência entre colegas e equipes Alienação em relação a organização Participação e comprometimento Ênfase na especialização Ênfase na ética e na responsabilidade Executoras de Tarefas Fornecedoras de atividade Ênfase nas destrezas manuais Ênfase no conhecimento Mão de obra Inteligência e talento Pessoas Recursos versus Pessoas Parceiros 9. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoRecursos Humanos versus Gestão de Pessoas 10. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Ajudar a organização a alcançar seus objetivos e realizar sua missão Proporcionar competitividade à organizaçãoProporcionar a organização empregados bem treinados e bem motivados Objetivos da Gestão de Pessoas 11. Palestra Gestão de Pessoas Introdução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoAumentar a auto-realização e a satisfação dos empregados no trabalhoDesenvolver e manter a qualidade de vida no trabalho Administrar a mudançaManter políticas éticas e comportamento socialmente responsável Objetivos da Gestão de Pessoas 12. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Quem deve trabalhar na organização Agregando -Recrutamento de pessoal pessoas - seleção de pessoal O que as pessoas deverão fazer: Aplicando -Desenhos de cargos pessoas - Avaliação de desempenho Como recompensar as pessoas Recompensando - Recompensas e remuneraçãoModerna pessoas - Benefícios e serviços Gestão Como desenvolver pessoas de Desenvolvendo -Treinamento e desenvolvimento - Programa de mudançasPessoas pessoas -Programa de comunicações Como manter pessoas no trabalho: Mantendo - Treinamento e Desenvolvimento pessoas - Programa de mudanças -Programa de comunicações Como saber o que fazem e o que são Monitorando - sistema de informação gerencial pessoas - Banco de dados Os seis processos de Gestão de Pessoas 13. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato O capital intelectual é o ativo mais valioso 14. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - Chiavenato Empregabilidade em tempos de crise 15. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoARH como responsabilidade de linha e função de Staff 16. Palestra Gestão de PessoasIntrodução a moderna gestão de pessoas - ChiavenatoConflitos entre linha e Staff: especialistas x gerentes

Gestão de Pessoas x Gestão de Fábrica: Vida de Inseto e Tempos Modernos

Hoje o conceito de Gestão de Pessoas tem sido cada vez mais difundido entre os vários Gerentes de RH (Recursos Humanos) em todo o mundo. No Brasil a revolução gerencial já tem tido início com iniciativas de empresas como Natura e Nutrimental, mas a revolução da Gestão de Pessoas pretende (e tem que...) ser mais profunda!

Hoje uma internauta me enviou um vídeo muito interessante que fazia um comparativo entre a Gestão de uma Fábrica e o processo ideal de Gestão de Pessoas. Para ilustrar o processo tradicional de um RH e de uma gestão “moderna” o autor do vídeo escolheu o filme de Charles Chaplin “Tempos Modernos”. Todos conhecem esse filme que é uma sátira ao processo de gestão organizacional de uma fábrica do século XX (e de muitas empresas no século XXI).

No processo de gestão de RH de uma fábrica do século XX os gerentes (ou melhor, capatazes) tinham uma função bem clara: fazer o trabalhador render o máximo em termos físicos. O gerente de um RH era, como diríamos, um capataz mor. Um capitão do mato moderno (Ver conceito:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o-do-mato) que tinha a função de regular a produção na base da coerção física ou psicológica. No contexto da época esta tática era a melhor de todas, pois não havia um número significativo de empresas concorrentes. O que se fabricava vendia-se! O mercado consumidor era uma questão de política governamental e não uma questão de competição entre empresas. Havia reservas de mercado, acordos entre estados, tarifas alfandegárias etc...

Quando vemos Chaplin correr de um lado para outro na esteira de produção vemos um sistema de produção altamente ativo. O lucro não estava na circulação (vender mais para mais pessoas) e sim na produção (produzir mais para um mercado fechado). Quanto mais se produzisse mais se vendia. Neste contexto, onde a lucratividade estava na produção, e claro que as medidas organizacionais visavam aumentar a produção a qualquer custo. O gerente de RH (capitão do mato) tinha esta função de contratar pessoa que se submetessem e capatazes que submetessem os outros. Era simples, porque era um período de produção. O controle era mais importante do que a organização; a produção era mais importante do que a circulação...
Agora voltemos ao século XXI (final do século XX) e vamos ver a extrema mudança. Ai já passamos para o vídeo Vida de Inseto. Ali temos um processo de produção também. São formigas que tem que produzir o máximo possível para gafanhotos. Neste contexto inicial do desenho a questão é a produção. Não adianta uma formiga inovadora tentar fazer mudanças fora de contexto. Os gafanhotos não estão nem ai com a qualidade da produção eles querem é que os trabalhadores (formigas) não tenham tempo para coçar a cabeça e pensar em questionar o controle.

No trecho do filme vemos uma formiga questionadora e inventora. Digo inventora (e não inovadora) porque ele não se encontra em um contexto no qual a produção é voltada para qualidade, circulação e produção. A organização que ele vive é voltada para produção e ponto final. Agora, voltando para a nossa realidade! Hoje temos um sistema capitalista que é totalmente voltado para a circulação (vender mais para mais pessoas). A circulação dita as regras. Nenhuma empresa tem reserva de mercado, nenhuma empresa tem domínio de um determinado nicho de mercado por ação governamental (exceto, Petrobrás e companhia limitada).

Temos centenas de empresas que fabricam calças (e outras dezenas que podem ser adaptadas para tal), mas temos poucas marcas que realmente geram lucratividade. Estas marcas não estão focadas na produção, mas sim em criar moda para ter seus produtos sendo desejados e ter uma circulação crescente (vendas). Estas marcas se tornam símbolos sociais (zoomp, fórum, iodice etc) e tem maior circulação. Elas inovam lançando novos modelos de calça. Elas inovam se organizando para inovação.
De fato, muitas delas terceirizaram a própria fabricação (como a nike) e só trabalham com a gestão de pessoas que geram idéias inovadoras. Daí a ascensão do conceito de Gestão de Pessoas. Este conceito (esta nova forma de gerir) não é um modismo porque ela esta ascentada em necessidades contextuais. Há um contexto produtivo que exige que as empresas sejam voltadas para pessoas. Não é o seu gerente que é bonzinho ou tem uma visão mais progressista a respeito de gerenciamento, mas é o contexto que exige que ele (para ter lucro e sobreviver na arena da competitividade) seja mais “humanizado”.

A Gestão de Pessoas é o eixo mestre (ou mola mestra) da circulação de bens. Sem pessoas para inovarem em termos de organização gerencial não há um processo de circulação de mercadorias eficaz e, sendo assim, o lucro cessa e a empresa esta na via de falir (vai para vinagre como dizem alguns). O bitolamento da atividade produtiva era necessário, mas hoje (com o processo de circulação como mola mestra) o que importa é circular com lucratividade. Isso envolve não somente a inovação (bolar produtos melhores), mas envolve uma gestão organizacional inovadora (bolar constantemente novos produtos e melhores produtos).

A Ford inventou o Ford T e se tornou uma empresa bilionária, mas hoje é preciso mais do que um carro bonitinho (em trocadilho com rosto bonitinho dos atores) para conquistar o mercado. Hoje, na atual forma de produção, o Ford T se manteria no máximo por 6 meses como produto inovador, mas naquele período de produção (não havia outro modelo para comprar) ele se manteve por anos a fio. A revolução da Gestão de Pessoas veio para ficar...


Esse pacote contém aulas baseadas no livro de Idalberto Chiavenato “Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações” – Editora Campus 8 Tiragem 1999. O pacote contém 17 aulas que são compostas de arquivos de áudio mp3 e slides de powerpoint. São arquivos independentes (áudio é separado dos slides). As aulas estão separadas por capítulos e abaixo contém a descrição completa mais o tempo de cada aula.
Todos os arquivos serão enviados por e-mail em até 24 horas da confirmação do pagamento pelo site!! 

01 GP CHI - Introdução a moderna GP (1 hora e 40 minutos)
02 GP CHI - GP em um ambiente dinâmico (1 hora e 30 minutos)
03 GP CHI - Planejamento Estratégico da GP (1 hora e 59 min)
04 GP CHI - Recrutamento de Pessoas (1 hora e 8 minutos)
05 GP CHI -Seleção de Pessoas (1 hora e 19 minutos)
06 GP CHI - Orientação das pessoas (1 hora e 13 minutos)
07 GP CHI - Modelagem de Cargos (1 hora e 20 minutos)
08 GP CHI - Avaliação de desempenho (46 minutos)
09 GP CHI - Remuneração (54 minutos)
10 GP CHI - Programas de Incentivos ( 51 minutos)
11 GP CHI - Benefícios e Serviços (31 minutos)
12 GP CHI - Treinamento (1 hora e 6 minutos)
13 GP CHI - Pessoas e organizações (1 hora e 22 minutos)
15 GP CHI - Higiene, Segurança e qualidade de vida ( 1 hora)
16 GP CHI - BD e Sistemas de Informação de RH (50 minutos)
17 GP CHI - O futuro da gestão de pessoas (30 minutos)

Adquira as aulas avulsas na nossa Loja Virtual: clique aqui




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11 de ago. de 2008

Aula sobre Liderança: a Liderança estilo Steve Jobs da Apple

Acesse todas as aulas no formato de vídeo aula no nosso novo site:


www.ubiratangeo.com.br



A partir de hoje vou publicar, uma vez por semana, um artigo sobre “Liderança”. Mas, não quero falar no “vazio”. Ahh, o líder deve ser isso, o líder deve ser aqui, o líder “deve”. Isso é peça de retórica mais do que gasta. É bom sim falar de qualidades, mas é melhor ainda falar de pessoas que encarnam estas qualidades.

Então vou começar falando do mais polêmico dos líderes de negócio da atualidade: Steve Jobs. Para quem não sabe Steve Jobs é o polêmico presidente da Apple. Um cara que saiu do nada e chegou ao topo tão rápido quanto saiu do topo e voltou novamente para o topo tão rápido quanto subiu. Este sim tem uma vida de altos e baixos. E é este justamente um dos grandes desafios de Steve Jobs hoje: manter o equilíbrio.

Steve Jobs tem um histórico familiar complicado, mas que não serve de motivo para justificar seus arroubos de ira e fúria. Ele é filho adotivo e nunca se conformou com esta condição. Isto é explicito no seu caráter. De hippie contestador este jovem brilhante se tornou o fundador de uma das maiores empresas de software (e porque não design) do mundo. Sem dúvida ninguém pode contestar sua capacidade de vislumbrar grandes horizontes e muito menos sua capacidade de concretizar sonhos, mas sua capacidade de gerar teias de relações é altamente contestável.

Este é um dos grandes desafios da geração de líderes atual e também das grandes corporações: aliar inteligência prática com inteligência emocional (ou afetiva). Há um grande número de jovens que tem chegado a cargos de liderança e chefia (de gerentes, diretores e até presidentes) com menos de 30 anos. São jovens brilhantes em termos de conhecimento técnico e visão administrativa, no entanto carecem (em sua grande parte) de maturidade afetiva e isso os tornam frágeis em termos de relacionamento com seus subordinados. Os relacionamentos se tornam primordialmente verticais ao invés de horizontais. E dentro desta escalada hierárquica vertical o líder se torna frágil quando a coisa esquenta e o “balde ferve”, pois nesta hora ao invés de colaborar e cooperar com o chefe (suposto líder) os subordinados querem mais é ver o chefe virar purê...

Steve Jobs sem dúvida é um destes casos. Um jovem brilhante que conseguiu antever o potencial mercadológico da interface amigável a frente de grandes corporações como IBM e Xerox levando-as quase a pique, mas que naufragou dentro do seu próprio barco por não se entender com sua tripulação. A grandeza da inteligência de Jobs se só tornava proporcional a sua incapacidade de receber uma contestação de sua inteligência. Ninguém podia contestar nada que ele logo se impunha como “a mente” por trás da Apple!

Na época em que “comprou” o sistema operacional de interface amigável da Xerox Jobs insistiu em se manter uma empresa que vendia computadores ao invés de se tornar uma empresa de software. Ele, mais do que qualquer um, sabia que o futuro estava no software! Mas, porque então se manteve na mesma linha da IBM e da Xerox (que vendiam computadores)? Puro ego... Mesmo sabendo neste novo mercado de software e sendo questionado por sua equipe Jobs se manteve no caminho da “venda casada” (vender computador casado com software em com sistema de exclusividade da Apple).


Isso abriu espaço para um novo player: Microsoft. Bill Gates entrou no mercado pirateando o sistema da Apple (que pirateou da Xerox), mas Gates seguiu o seu faro de mercado e as evidencias que haviam na época: licenciou seu sistema operacional e não entrou na onda de vender computadores. Mesmo vendo os lucros da Microsoft e o declínio de sua empresa Jobs não deu o braço a torcer e se tornou ainda mais obstinado em ter razão.

Com a abertura de capital da empresa rapidamente ele se indispôs com os acionistas o que o levou a ser afastado da empresa anos mais tarde. O sua incrível inteligência lhe proporcionou criar novas iniciativas (Pixar – por exemplo), mas ele teve que passar pelo ostracismo para aprender a ser mais humilde. O ostracismo fez com que ele aprendesse a ser mais colaborativo tanto com pessoas quanto com outras empresas do setor. Quando voltou para a Apple Steve já estava “sistêmico”.

Seus novos produtos mostravam que ele não se julgava mais o “Rei Sol” das corporações. Agora ele estava buscando parceria e cooperação. O caso do Ipod é clássico: um aparelho que funciona em rede. Fez acordo com indústrias fonográficas (pagou direitos), aderiu a internet (saiu do mundo do hardware), aderiu a uma tecnologia que não era dele (o mp3), criou um sistema operacional aberto (safári) e ainda abriu mão da exclusividade do sistema operacional para seus aparelhos (imac, G4 agora rodam windows também). Steve Jobs se render ao Windows? É o equivalente a Clodovil calçar as sandálias da humildade...

Quando a polemica em torno do preço e do “travamento” do aparelho surgiu Steve Jobs (demorou), mas cedeu quanto ao preço. Agora vamos ver quanto as operadoras e o licenciamento do produto. “Hoje a Folha divulgou em reportagem que o preço do iPhone não deverá ser muito mais alto que os R$ 199,00 e R$ 299,00. ótima notícia, certo? Em partes. Não podemos nos esquecer que para você retirar um iPhone 3G lá fora precisa assinar um contrato de 2 anos de fidelidade com a AT&T - o que no Brasil é proibido segundo as normas da Anatel.”http://seidimobile.com.br/2008/06/12/a-polemica-do-preco-do-iphone-3g/



A polemica deve continuar neste caso. Mas, o que quero ressaltar é que Steve Jobs foi prejudicado pela excessiva confiança na sua inteligência e pelo pouco investimento em criar teias de relações. É preciso repensar bem o excessivo peso que se dá a competência individual e a questão da liderança de redes. Hoje, todos nós estamos conectados e interconectados de alguma forma. Como diria o filosofo: nenhum homem é uma ilha.



Mas, a inteligência emocional (ou inteligência afetiva, ou capacidade de criar relações) precisa ser exercitada no dia a dia. Ela é como um músculo. Se você malha ele desenvolve se não malha fica flácido. Por a liderança onde líder é um líder servidor ainda é a melhor forma de exercitar esta competência e desenvolver habilidades de liderança sólidas e consistentes.


A inteligência de Steve Jobs não o salvou na sua própria empresa então o que o faz pensar que sua inteligência poderá salva-lo na empresa onde você trabalha? Pense nisso...

Obs: Aprenda mais sobre Steve Jobs:

Gestão de Pessoas: a inovação organizacional na Natura com base na Gestão do Conhecimento



Acesse todas as aulas no formato de vídeo aula no nosso novo site:



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A Natura é uma das mais inovadoras e mais dinâmicas empresas do Brasil. Isso todos nós sabemos! Por anos consecutivos a empresa sempre esta no ranking das cem melhores empresas para se trabalhar. Em alguns anos ela despontou como campeã e chegou a acumular um bi-campeonato na lista da Revista Exame. Mas, não é só porque a Revista Exame a elegeu como empresa “inovadora” que de fato ela é inovadora. Ela é inovadora pela capacidade de construir redes de relacionamento consistentes. O site da empresa é um show:http://www2.natura.net/Web/Br/ForYou/HotSites/Campus/src/index.asp

No entanto, a rede Natura não esta restrita ao portal natura! Esta rede é visível e tangível. No Orkut a comunidade Natura congrega mais de 47 mil pessoas se relacionando! É uma das poucas comunidades do Orkut que realmente funciona com tópicos regulares que giram entre 25 e 70 tópicos (alguns com bem mais). É uma rede que realmente funciona ativamente! No entanto, a história desta rede não inicia-se no Orkut, mas apenas passa por ele.


A história da Inovação da Natura começa em 1969 quando eles deram os primeiros passos para uma complexa estrutura de Gestão de Pessoas: iniciaram um curso de Educação de Jovens e Adultos. Mas, não fui um curso qualquer! Não foi o telecurso da Fundação Roberto Marinho. Nada contra, de fato esse curso ajuda muitas pessoas, mas sua capacidade de formação ampla e ligada ao mercado é limitadíssima! A Natura começou com a seguinte questão: o que vale a pena saber? Com base nos apontamentos de Stephen Sterling foram estabelecidas as seguintes diretrizes:

Aprendizado (em detrimento de ensinamento)• Habilidades para a vida e “aprendizado para toda a vida”
• Assuntos híbridos e multidisciplinares
• Tecnologia da informação como aprendizado e instrumento de entrega
Aprendizado presencial e a distância
Organização que aprende
• Reconhecimento da natureza transitória do conhecimento

Estes princípios são revolucionários até para as grandes Universidades do país, mas foram
aplicadas em cursos de EJA. Alias, no conceito de Educação Corporativa da Natura não se faz acepção de pessoas. Tanto faz a consultoria que tem a oitava série ou o diretor que tem MBA. Ambos quando aprendem sobre a gestão da empresa são considerados como beneficiários do processo de educação corporativa da empresa. Segundo Denis Asnis, autora do artigo “Educação corporativa - Uma experiência Natura”, a educação corporativa na Natura é eficaz porque:"A Educação Corporativa tem sido vista como um sistema de aprendizagem desenvolvido para aumentar a geração de valor para a empresa. Cria vantagem competitiva na medida em que melhora significativamente a performance e o alto desempenho. Tem papel importante na gestão do conhecimento organizacional. Além disso, promove a consciência de que cada indivíduo é responsável por seu próprio aprendizado e estimula o compartilhamento do conhecimento. Por seu intermédio, indivíduos transformam conhecimentos teóricos e experiências profissionais em competências."
Ver site:
http://www.educor.desenvolvimento.gov.br/arq_oficinaii/artigo11-deniseasnis.pdf

É o que havíamos dito em um artigo anterior: a terceirização do processo educativo (Gestão do Conhecimento) por parte das empresas corrói sua capacidade de criar um processo de organização mais dinâmico (Gestão de Pessoas). O processo de aprendizagem (Gestã
o do Conhecimento) é que gera a capacidade de organização (Gestão de Pessoas) dinâmica e pró-ativa. Ao trazer “grandes palestrantes” e contratar “grandes motivadores” para fazerem apresentações temporárias e sem conhecimento da realidade da empresa estas organizações perdem a oportunidade de criar teias de relações entre as próprias pessoas da empresa. Reproduzem o conceito da escola tradicional: um palestrante (professor) que ministra (dá aulas) para funcionários (alunos) considerados incapazes de criar seu próprio processo de aprendizagem (relação professor (o que ensina) e aluno (o que deve aprender)). Na Natura o processo foi diferente:

"Iniciada em 2003, a ECN fortaleceu-se como um fórum que eleva as ações de treinamento isoladas de forma a torná-las parte de um conjunto educacional mais amplo. Líderes e gestores assumem seu papel de educadores, sendo co-responsáveis pela educação e aprendizagem de suas equipes e, ainda, contribuindo para a educação de toda a comunidade Natura. Ao construir o conceito da ECN, a preocupação da Natura foi desenvolver uma educação transformativa, autônoma, cooperativa, de entendimento integrado, que contemplasse, em todas as suas dimensões, a responsabilidade social, econômica e ambiental, e que apoiasse o desenvolvimento afetivo, espiritual, emocional e físico dos indivíduos."




Ou seja, é um programa educacional amplo mas, focado na criação de competências para a ampliação do próprio negócio da empresa: redes colaborativas de vendas. É uma espécie de Marketing Multi-Nível sofisticado e humano. Neste sistema pessoas são formadas para formar novas pessoas que possam não só aprender, mas pessoas que possam difundir esse conhecimento gerando novos formadores de opinião (e novos educadores). É um sistema que se auto-reproduz. Um sistema autopoiético (ver site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Autopoiesis). E este sistema se estende da base da pirâmide da Natura (vendedoras e representantes) até o topo perpassando hierarquias e burocracias institucionais. O pilar do processo de Gestão de Pessoas da Natura (Segundo a reportagem da Revista Exame) é a seguinte:

Explora seus valores


Suas inovações são guiadas por valores da marca, com a importância dos relacionamentos e do autoconhecimento. Foi com base num estudo sobre os vínculos entre mães e filhos que surgiu um óleo de massagem para bebês, até então inédito no mercado brasileiro

Mantém ouvidos abertos

A rede de quase 500 mil consultoras gera 200 mil ligações telefônicas a cada mês. Metade destes contatos alimenta com reclamações e sugestões a área de pesquisa e desenvolvimento.

Envolve a cúpula

Toda segunda feira, o presidente, diretores e os principais acionistas participam de uma reunião que se prolonga por 8 horas, quando são examinados os principais projetos de inovação e novos produtos
Estabelece redes
Ao aderir ao conceito de open innovation – inovação aberta – a empresa amplia o número de acordos para o desenvolvimento conjunto de inovações com fornecedores locais e laboratórios internacionais, a exemplo, do mantido hoje com a Universidade de Paris.
Mescla suas equipes
Como cerca de 70% do faturamento provem de produtos lançados no últimos dois anos, a empresa manteve em 2005 um portfólio com uma centena de projetos de novos produtos, cada um analisado por um grupo de cinco executivos de diferentes áreas e especialidades.

Este sim é um encadeamento sistêmico de Gestão de Conhecimento que gera um sistema autopoiético de Gestão de Pessoas. Ao difundir e deixar claro seus valores a empresa cria um perfil tanto para o consumidor quando para os colaboradores e empregados diretos. Tudo que sai desta linha (mesmo que passe desapercebido pela equipe interna) leva o consumidor e os colaboradores (revendedores) a agir em defesa destes valores promulgados.

Quando se mantém de “ouvidos abertos” (através de call center e linha direta com o consumidor (as vendedoras porta a porta) a empresa consegue se manter no rumo certo sempre. Neste sentido a cúpula é, NECESSARIAMENTE, obrigada a escutar as bases da empresa. A cúpula tem um NORTE a seguir que é constantemente colocado pelos colaboradores e captado pelos Call Center da vida. Esta é uma rede intermitente de informações e decisões que se sustentam mutuamente.

Na medida em que as informações chegam, são levadas em conta e geram lucros e a cúpula expande seus canais de participação e quanto mais canais de participação mais a vontade para colaborar e contribuir os consumidores e os colaboradores (revendedores) se sentem. É neste sentido que a empresa vai muito além da “caixinha de sugestões” e realmente cria equipes de inovação que sabem que serão ouvidas. Estas equipes criam e desenvolvem projetos sem terem “capatazes” para tocar suas mentes. E só esta mobilização gera uma economia colossal para a empresa:
Se o canal de vendas da Natura fosse o varejo, seria necessário aplicar ao menos 50 milhões de reais para lançar cada novidade, diz seu presidente. Neste ano a Natura investiu 50 milhões de reais em pesquisa no desenvolvimento de produtos. É cerca de um décimo do que gastam suas maiores concorrentes. Entre os recursos de pesquisa utilizados pela companhia para detectar tendências a Natura mantém um grupo de estudos composto por formadoras de opinião. (Revista Exame, 2005, Edição 856)
Gestão do Conhecimento e Gestão de Pessoas andam juntos e incrivelmente associados! Não se pode fazer um sem se fazer o outro sob o risco de não se fazer nenhum dos dois!





Como todos sabem um dos temas do meu Blog é Gestão de Pessoas. Entendo que este tema é fundamental tanto para a área de empreendedorismo e para corporações tanto quanto é importante para a área de educação e gestão educacional. Alias, a vanguarda destas ações deveria ser das escolas e universidades antes que das empresas e corporações multinacionais. Mas, enfim, vamos ao tema.

A cada semana foi publicar uma resenha-resumo do livro do Idalberto Chiavenato chamado "Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações". Esta semana vou começar com a Parte I que tem como título “Os novos desafios da Gestão de Pessoas”. Como vocês devem saber o livro do Chiavenato tem 455 páginas. Ou seja, é um calhamaço enorme! Hoje vou falar sobre o Capítulo I: “Introdução a moderna gestão de pessoas”.



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