29 de abr. de 2009

Vídeo Vida de Inseto: liderando e motivando equipes

Vídeo Motivacional para usar como base de treinamento para equipes que querem ser de alto desempenho! P




Pedagogia Empresarial, Geração Y e os desafios das novas Organizações Produtivas: Google, Yahoo e empresas de novas tecnologias.

Drucker disse em seu livro Sociedade Pós-Capitalista: o desafio é aumentar a produtividade do trabalhador do conhecimento. Ele também disse que se fosse necessário vigiar e supervisionar esse trabalhador para fazê-lo trabalhar ele seria praticamente inútil a essa organização. Em empresas de alta tecnologia como o Google e o Yahoo (são matérias do vídeo abaixo) isso é uma realidade concreta.






Mas, some a necessidade deste trabalhador se “auto-supervisionar” e ser “altamente produtivo” com a postura da chamada geração Y

É um grupo conhecido como geração Y, formado por jovens entre 18 e 30 anos. Eles são menos pacientes, menos fiéis e não se importam com certos protocolos da hierarquia. Essa geração também leva às últimas conseqüências o princípio de que só vale a pena trabalhar em uma companhia se (e enquanto) ela for útil para a construção rápida de sua carreira. Lidar com as características à primeira vista intratáveis dessa nova geração é um dos grandes desafios para empresas de todos os setores, em todos os lugares do mundo. "Hoje as companhias têm de renovar os vínculos com o pessoal, mas a tarefa é mais complicada quando se trata dos jovens da geração Y", diz Renato Guimarães Ferreira, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, especialista em recursos humanos. Matéria completa Revista Exame: clique aqui
Eis o ambiente de trabalho desafiador que a pedagogia empresarial vai ter pela frente. É essa geração que as corporações querem que o pedagogo ensine a “aprender a aprender”...rs A pedagogia esta sendo chamada para as corporações para ensinar o que os pais não deixaram os professores da pré-escola ensinar: paciência no aprendizado, compromisso com a organização e respeito a autoridade... Afora isso também tem o próprio problema da aprendizagem fabril (aprendizagem de fábrica) que tem que ser substituida por um aprendizado dinâmico e E o que dizer da Lei de Gerson da geração Y.
As corporações estão buscando aumentar a produtividade deste trabalhador (processos de aprendizagem para a consolidação de uma cultura corporativa não são a curto prazo), solidificar vínculos (diminuir a rotatividade não somente por questões de custos de admissão ou demissão, mas também devido a projetos que eles começam e não concluem) e concretizar uma visão de negócios (pensar juntos qual o foco do negócio).

Os pedagogos (e os educadores em geral) estão sendo convocados a participar desta épica batalha! Viva a pedagogia empresarial!

Pedagogia Empresarial: problemas de método, dicas de leitura, bibliografia e campo de atuação, mercado de trabalho

Posso afirmar sem pestanejar que novos métodos de educação serão elementos vitais para as corporações globais (ou regionais) em um futuro próximo. Isso já é uma realidade para a esmagadora maioria das corporações de alcance global, no entanto ainda esta em estágio embrionário no que se refere as empresas de médio e pequeno porte. Então sendo assim, poderíamos supor que o pedagogo (aquele que faz pedagogia empresarial) tem um lugar garantido neste novo cenário. Em tese isso é verdade, mas em tese Hitler também tinha razão em querer um mundo germânico de olhos azuis.
O fato é que a pedagogia empresarial é uma vertente da pedagogia tradicional querendo entrar no campo corporativo. Isso é bom! No entanto, a pedagogia (enquanto disciplina acadêmica) ainda traz muitos vícios do ambiente universitário e de seu campo de atuação que ainda é em sua esmagadora maioria escolar. Um deles, o mais conhecido de todos, é a idéia de “aluno ideal”. Ou seja, a pedagogia desenvolve uma idéia de que é necessário se ter condições ideais para se ter uma educação ideal.
Neste sentido, é necessário ter um aluno que esta interessado em aprender e que tem condições de aprendizado ideais (família, alimentação, carinho, afeto etc). O pedagogo (na maioria dos casos e com honrosas exceções) pensa métodos de aprendizado com base nesta imagem fictícia. Na universidade muitos pedagogos se especializaram em apontar os erros do sistema e dissertar sobre as possíveis saídas a estes empecilhos educacionais. A isso a maioria dos pedagogos chama de visão critica da realidade. É preciso criticar o que esta errado para que quem erra se toque e forneça as condições ideais para o pedagogo trabalhar. O mundo corporativo é muito, muito diferente...rs

No mundo corporativo a crítica a um determinado modelo de ação (ou organização) só tem lugar depois do problema resolvido. No mundo acadêmico a crítica tem amplo lugar bem antes do problema ser resolvido (quando a intenção não é só criticar). Mas, o mundo das corporações tem suas similaridades com o mundo acadêmico e escolar (lócus privilegiado do pedagogo): pessoas desmotivadas, pessoas que acham que o conteúdo não é importante, pessoas que acham que seu futuro não depende de aprendizado continuo, pessoas que acham besteira a educação, pessoas que acham que já sabem de tudo etc. A única diferença, e é uma diferença significativa, é que este aluno não pode levantar e sair da sala ou deixar de comparecer as dinâmicas de aprendizagem sob o risco de perder seu emprego.

Para entrar no mundo empresarial a pedagogia tem que aprender a trabalhar “com o que tem” e conseguir resultados muito positivos. Em toda a corporação capitalista o intuito é ter o máximo de rendimento com o mínimo de investimento. Se a pedagogia não aprender a trabalhar com essas premissas (e no universo da escola o pedagogo acostumou a exigir condições ideais de trabalho de forma que quando estas não são atendidas ele pode ter um rendimento abaixo do esperado que se explica somente por estas condições não ideais) ela não pode vir a se tornar uma pedagogia empresarial.

O universo corporativo é muito diferente do universo escolar em termos de exigências e resultados, mas é muito parecido em termos de motivação e interesse em aprender. Enquanto na escola a capacidade produtiva e criativa do educando (para usar as palavras de Paulo Freire) é medida através de uma avaliação padronizada (que pode ser repetida em uma prova de recuperação) em um ambiente controlado (mundo escolar) na corporação a capacidade criativa e produtiva deste educando é medida em um contexto hiper dinâmico (no mundo real) que tem efeito em várias cadeias produtivas tanto em termos positivo quanto em termos negativos. A pressão sobre esse último educando é bem maior, por isso ele se desinteressa fácil por qualquer coisa que não lhe confira uma vantagem imediata sobre seus desafios cotidianos. Daí a idéia de treinamento ser mais agradável para ele do que a idéia de aprendizagem. Esses são alguns toques sobre a inserção da pedagogia no mundo corporativo. A pedagogia tem espaço, mas vai ter que aprender a trabalhar com base em outras metodologias de aprendizagem.

Primeira Dica – sociedade pós-capitalista de Peter Drucker

Esse livro é minha primeira indicação pelo simples fato de ter sido escrito pelo pai da administração moderna e conter um rol de mudanças sociais e corporativas que foram previstas por ele (ele faleceu em 2007) e estão se concretizando hoje. É um livro que fala de mudanças e de que como estas mudanças afetariam a vida das empresas e dos consumidores.

Para a pedagogia se tornar uma pedagogia empresarial ela precisa conhecer seu campo de atuação: as corporações. O Drucker dá esta visão geral de como funcionam e de como vai funcionar na sociedade pós-capitalista.

Vou transcrever algumas frases para você pedagogo empresarial pensar:
O recurso econômico básico – os meios de produção para usar uma expressão dos economistas – não é mais o capital, nem os recursos naturais (a terra), nem a mão-de-obra. Ele é e será o conhecimento. Pg 16

A produtividade das novas classes, as classes da sociedade pós-capitalista somente poderá ser aumentada pela aplicação do conhecimento ao trabalho. Maquina ou capital não poderão faze-lo. 19

O conhecimento tradicional era genérico. Aquilo que hoje consideram conhecimento é, por necessidade, altamente especializado. As pessoas educadas eram generalistas. Eles sabiam o suficiente para falar ou escrever sobre muitas coisas, o suficiente para compreender muitas coisas. Mas, elas não sabiam o suficiente para fazer nada. Como diz o velho ditado: você quer uma pessoa educada como convidada a sua mesa de jantar, mas não quer ficar sozinho com ela em uma ilha deserta, onde precisa de alguém que saiba como fazer as coisas. Mas, nas universidades de hoje “as pessoas educadas” tradicionais não são mais consideradas educadas. Elas são vistas como diletantes. 24

Através da historia, os trabalhadores podiam ser supervisionados. Podia-se dizer a eles o que fazer, como fazer, com que velocidade e assim por diante. Entretanto os trabalhadores do conhecimento não podem ser supervisionados. A menos que saibam mais sobre seu trabalho do que qualquer outra pessoa na organização, eles são praticamente inúteis. 40

O novo desafio enfrentado pela sociedade pós-capitalista é a produtividade dos trabalhadores do conhecimento e dos trabalhadores em serviços. 55

A comunidade que é necessária na sociedade pós-capitalista em especial para o trabalhador do conhecimento precisa ser baseada no compromisso e compaixão, ao invés de ser imposta pela proximidade e pelo isolamento. 131

Ainda não compreendemos muito bem como o conhecimento se comporta como recurso econômico; nossa experiência é insuficiente para formular uma teoria e testa-la. Por enquanto só podemos dizer que precisamos desta teoria. Precisamos de uma teoria econômica que coloque o conhecimento no centro do processo de produção de riqueza. Somente essa teoria poderá explicar a economia atual. 141
Há três tipos novos de conhecimento. O primeiro é o aperfeiçoamento continuado do processo, produto ou serviço. A seguir vem a exploração: a exploração continuada do conhecimento existente para desenvolver produtos, processos e serviços diferentes. Finalmente, há a inovação genuína. 142

Acima de tudo, o montante de conhecimento, isto é seu aspecto quantitativo, não é tão importante quanto a sua produtividade, isto é seu impacto qualitativo. 143

Se dependesse de sua produção de conhecimento cientifico e técnico, a grã-bretanha deveria ser a líder econômica do mundo na era posterior a segunda guerra. Antibióticos, o avião a jato, até mesmo o computador foram desenvolvimentos britânicos. Mas, o país, não conseguiu transformar essas realizações do conhecimento em produtos e serviços de sucesso, em empregados, exportações e posição de mercado. A falta de produtividade do seu conhecimento, mais do que qualquer outro fator, é a causa da lenta e constante erosão da economia britânica. 143

No ensino e no aprendizado, precisamos focalizar a ferramenta. No uso, precisamos focalizar o resultado final, a tarefa, o trabalho. Faca associações. Em grande parte a capacidade de fazer associações e com isso elevar o rendimento do conhecimento existente (seja, para o individuo, uma equipe ou toda uma organização) pode ser aprendida. Conseqüentemente ela deve se tornar ensinável. Ela requer uma metodologia para a definição do problema. Ela requer a analise sistemática do tipo de conhecimento, e de informação exigidos para um determinado problema, e uma metodologia para a organização de estágios nos quais um problema pode ser resolvido – a mesma metodologia que forma a base daquilo que chamamos de pesquisa de sistemas. 149

Ver as árvores e não ver a floresta é uma falha séria. Mas ver a floresta e não ver as árvores é igualmente sério. Para tornar o conhecimento produtivo, teremos que aprender a ver a tanto a floresta como as arvores. Temos que aprender a fazer associações. 149

A produtividade do conhecimento será o fator determinante da posição competitiva de uma empresa, uma industria, de todo um país. Nenhum país, industria ou empresa tem uma vantagem ou desvantagem natural. A única vantagem possível é a capacidade para explorar o conhecimento universalmente disponível. 149






Vídeo Motivação: Filme Era do Gelo II - liderando em tempos de mudança download baixar

Vídeo da Radioblogtv para assistir e baixar:


Para baixar o vídeo free: cliqueu aqui

28 de abr. de 2009

Marketing de Rede na Nova Era Digital: o caso Dell de inovação, conteúdo e interação

No início era o produto, depois ao produto foi agregado a informação (manual do usuário) e na nova era digital ao produto esta sendo agregado a interação Não, não errei. Você achou que eu ia dizer mais informação. Não o consumidor hoje quer interação. Ele quer saber sobre o produto, como usar o produto e como outras pessoas estão usando aquele produto.

Quando fui adquirir um computador estava indeciso entre HP ou Dell. Para onde eu fui? No site da Dell? Fui sim, mas foi o último lugar. Antes, fui passear no fórum do hardware, no orkut, no twitter, nos blogs e em outros fóruns e comunidades da rede. Eu li o que os usuários estão falando e reclamando da marca. Eu ouvi a opinião dos consumidores de diversos lugares, de diversas classes sociais e que tinham um computador para diversos fins. Eu vi desde itens referentes a qualidade na venda, na entrega e no pós-venda. Eu recebi indicação dos melhores vendedores e tudo.

Quando decidi pela compra não decidi pelo computador ou site mais bonito, mas decidi com base na qualidade que as pessoas (pessoas que estavam ou não satisfeitas com aquisição) afirmaram que o produto tinha e deixaram lá para eu ler. Eu optei pela Dell (em detrimento a HP) não porque aquela se expôs mais ou menos para mim (gastou em verba de propaganda), mas sim porque vi que realmente as pessoas estavam mais contentes com o seu computador Dell tanto na venda quanto no pós-venda.

Vi (e li muitos depoimentos) de pessoas que estavam adquirindo o terceiro computador da marca. Isso é inovação em vendas (qualidade em rede), isso é conteúdo relevante (produzido por internautas) e interação (eu conversei com usuários da dell). E sabe que fiquei tão agradecido com estes depoimentos e com essa ajuda na minha decisão de compra que estou na comunidade Dell no Orkut e estou postando sobre a boa aquisição que fiz! Essa é a nova Era Digital de consumo. Todos colaboramos para que a Dell tenha um bom produto e seja reconhecida como tal, mas se ela pisar na bola nos vamos detonar a marca na rede! A HP esta meio detonada por conta de consumidores que tiveram superaquecimento com a máquina e não tiveram ressarcimento do produto! Ai queimou! Mas, veja o vídeo!





27 de abr. de 2009

Instituto Chiavenato reconhece a Qualidade dos áudios da Radioblogtv: os livros estão vindo!

Essa semana levei um “pito” (um pito em São Paulo quer dizer uma bronca de leve), mas que veio também dosada de um elogio e de um reconhecimento ao trabalho desenvolvido aqui na Radioblogtv. Já explico!

Essa semana recebi um e-mail do Instituto Chiavenato. Para quem não sabe o Instituto Chiavenato é o Instituto responsável pelas obras e pela divulgação dos livros do professor Idalberto Chiavenato! Isso mesmo o autor do livro Teoria Geral da Administração! No e-mail, enviado através da pessoa de Lucas Chiavenato, fui cobrado a respeito dos links que davam acesso a livros de Idalberto Chiavenato que estavam disponíveis no meu Blog (livros no formato digital para baixar free). Isso fere, de fato, a questão dos direitos autorais. Como isso é quase uma prática banal na web eu nem me lembrei destas questões, mas como fui cobrado por isso de pronto retirei os links. Este é parte do e-mail enviado pelo Instituto Chiavenato:

Prezado Professor Sr. Ubiratan,
Minha equipe detectou alguns links em seu site que enviam ao download de algum livro do Prof. Chiavenato. Em nome da ética profissional dos professores, gostaria de solicitar a retirada destes links para downloads de livros.

Tive a oportunidade de olhar seu blog e achei um trabalho muito interessante e válido. As resenhas, os áudios e algumas citações dos livros do Prof. Chiavenato são muito bem trabalhadas. Porém, o download de livros é totalmente repreendido pelo Instituto Chiavenato por dois motivos: ético e legal. Não é legal, segundo a legislação brasileira, disponibilizar materiais protegidos por direitos autorais para download e nem ético com a categoria dos professores.

Venho então, gentilmente, solicitar a retirada destas páginas. Como colaborador da área de Relações Institucionais, posso contribuir com seu trabalho ao que estiver a meu alcance. Disponibilizando materiais de apoio e inclusive enviando sugestões e solicitações diretamente ao Prof. Chiavenato. Basta entrar em contato comigo.


O contato do Instituto foi muito cordial e benéfico para mim também! Poxa, o próprio Instituto reconhecer que os áudios e os textos são “muito bem trabalhados” e “interessente e válido o trabalho” para mim é uma vitória. Além disso acabei com o aspecto de “ilegalidade” do Blog...rs. Mas, aproveitando o contato dos colaboradores do Instituto Chiavenato, e mais precisamente na pessoa de Lucas Chiavenato, aproveitei para pedir dois livros que estão sendo trabalhados aqui no blog: Teoria Geral da Administração e o Dando asas ao Espírito Empreendedor. O Lucas Chiavenato prontamente atendeu meu pedido e vai enviar os dois livros essa semana. Ou seja, o Instituto Chiavenato reconhecendo o valor do material da Radioblogtv em relação aos livros de Idalberto Chiavenato vai doar o material!

Show de bola!