29 de ago de 2011

As empresas tem que dialogar com o mercado: o case da Malboro



Em 1937, a Philip Morris lançou um cigarro para mulheres chamado Malboro. A propaganda dizia coisas supostamente femininas: suave como o mês de maio. Dezessete anos depois a marca tinha menos de 0,1 do mercado. Isto é, não existia. Ai em 1954, foi chamado um publicitário de Chicago, Leo Burnett, que fez uma cirurgia de mudança de sexo na marca. Malboro passaria a ser um cigarro para homens.

O primeiro anúncio mostrava caubóis, apesar das pesquisas terem revelado que na época havia pouquíssimos caubóis nos EUA. A campanha funcionou. No primeiro ano o novo Malboro tinha 2% do mercado, 4% no segundo. De lá para cá, a participação do Malboro só fez aumentar, até que em 1976, quando se tornou a marca mais vendida nos EUA e no mundo...



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