1 – O mundo como fábula, como
perversidade e como possibilidade
A realidade não poder compreendida de uma única e exclusiva
perspectiva, mas deve sim ser interpretada de acordo com a posição (e os
interesses) que cada um ocupa no bojo (meio) social. Tendo como base esse
método é possível identificar no atual processo de globalização três
perspectivas bem claras: globalização como fábula, globalização como
perversidade e globalização como possibilidade.
A globalização como fábula é a narrada pelas atuais classes
dominantes (governos globais, corporações, empresas e agentes financeiros) onde
se tem como base fundamental da narrativa as vantagens “inquestionáveis” do
processo de globalização: ampliação dos mercados, acesso as novas tecnologias e
integração global (aldeia global onde todos seriam iguais no processo de troca
de bens culturais). A globalização como perversidade que é a suportada pela
esmagadora (o ponto de vista da classe dominada) maioria das pessoas
(trabalhadores, camponeses e meros mortais) no qual os reflexos da “ampliação
de mercado” se tornam ainda mais contundentes: salários baixos, redução de
direitos, perda de saúde, grandes aglomerações etc.
Resenha completa 23 páginas:

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